26 de julho de 2012

Pra quem vai viajar

Londres


33 artistas brasileiros tomam Londres

Até o dia 8 de setembro, estarão expostas na Casa Brasil, na Somerset House, em Londres, uma série de obras, envolvendo pinturas, fotografias, videoinstalações e esculturas, de artistas e designers brasileiros.
Intitulada From the Margin to the Edge: Brazilian Art and Design in the 21st Century (em português, Da Margem ao Limiar: Arte e Design Brasileiros no Século 21), a exposição foi organizada pelo Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016, reunindo 33 grandes nomes de nossa cultura artística, sendo estes: Adriana Varejão, Alex Flemming, Angelo Venosa, Amador Perez, AoLeo, Ascânio MMM, Berna Reale, Caio Reisewitz, Cao Guimarães, Claudia Moreira Salles, David Cury, Eduardo Coimbra, Emmanuel Nassar, Gilberto Paim & Elizabeth Fonseca, João Penoni, Jum Nakao, Laura Erber, Laura Lima, Marcone Moreira, Marcos Chaves, Maria Laet, Maurício Azeredo, Maurício Dias & Walter Riedweg, Nelson Leirner, Raul Mourão, Regina Silveira, Rico Lins, Rochelle Costi, Rodrigo Braga, Rodrigo Calixto e Zé Carlos Garcia.

http://www.eye4design.com.br/insights#somerset-house

 http://www.somersethouse.org.uk/

 21 July – 8 September 2012
Daily 11.00-19.00, Thursdays 11.00-21.00
Embankment Galleries, South Wing
Free admission


http://www.somersethouse.org.uk/visual-arts/from-the-margin-to-the-edge 



Paris


La Tendenza

Architectures italiennes 1965-1985

Expositions au Centre
20 juin - 10 septembre 2012
11h00 - 21h00






 http://www.centrepompidou.fr/Pompidou/Manifs.nsf/AllExpositions/DCA9354D46FCB800C125795F004B4956?OpenDocument&sessionM=2.1.1&L=1&form=Actualite



Nova York

Century of the Child: Growing by Design, 1900–2000

July 29–November 5, 2012


Ladislav Sutnar. Prototype for Build the Town Building Blocks. 1940–43. Painted wood, large block: 1 3/4 x 2 3/4 x 2 3/4″ (4.4 x 7 x 7 cm). The Museum of Modern Art, New York. Gift of Ctislav Sutnar and Radoslav Sutnar

http://www.moma.org/visit/calendar/exhibitions/1239



17 de julho de 2012

Na Caixa Cultural

Dalí Exposição – Divina Comédia

Salvador Dalí (1904-1989), mestre do surrealismo, é famoso pelas suas telas de imagens inusitadas, com alusões fantásticas ao mundo dos sonhos e do subconsciente. Além de pintor, Dalí também foi escultor e gravurista. Dalí fez gravuras para grandes clássicos da literatura ocidental. Destas obras, uma das mais apreciadas é a série em aquarela da visão do pintor sobre a alegoria poética A Divina Comédia de Dante Alighieri (1265-1321), um dos maiores poetas renascentistas.
Salvador Dalí criou uma centena de aquarelas entre 1950 e 1960 por encomenda do governo italiano, no âmbito das comemorações dos 700 anos do nascimento de Dante. Com a colaboração dos editores Joseph Foret e Jean Estrade, no atelier deste último foram impressos alguns conjuntos de cem gravuras da obra de Dalí, depois apresentados em Paris, em momentos diferentes, nomeadamente, em 1960, o “Inferno”, em 1962, o “Purgatório” e, em 1964, o “Paraíso”.
Para Dante, homem-síntese da Idade Média, a finalidade da vida humana era buscar o bem e a verdade, que só em Deus se encontravam. Sua obra poética é, sem dúvida, uma das maiores da literatura universal, transcendendo o contexto histórico-cultural em que foi produzida. Mas esta teria sido escrita na época para reformar moralmente o mundo, que Dante via imerso em situação pecaminosa; para despertar nos homens a consciência da redenção. As gravuras de Dalí percorrem a viagem imaginária de Dante, desde os círculos infernais, acompanhado por Virgílio, até ao centro da terra, onde encontra Lúcifer. Depois regressando à superfície terrestre, sobe a montanha do purgatório, para, guiado pela sua amada Beatriz, ser admitido no paraíso.
No total são 100 imagens que ilustram um a um os cantos do poema épico de Dante.  Além do diálogo entre literatura e artes plásticas, protagonizado por Dante e Dalí, soma-se a música de Franz Liszt, que com sua Sinfonia Dante, ambientará as salas da exposição na Caixa Cultural.

Classificação Etária: Não recomendado para menores de 12 anos

Acesso para portadores de necessidades especiais

Informações
Data: terça-feira, 17 de julho de 2012 – domingo, 2 de setembro de 2012
Horários: TER > SAB e FE: 10h00 > 22h00; DOM: 10h00 > 21h00
Local: CAIXA Cultural – Av. Almirante Barroso, 25 – Centro
Organizado por: Arte A Produções
Em colaboração com: IICRio – Istituto Italiano di Cultura do Rio de Janeiro e CAIXA Cultural
Entrada Franca

http://salvadordali.com.br/

13 de julho de 2012

Na Caixa Cultural Rio de Janeiro

 A Arquitetura Portuguesa pelo traço de Lúcio Costa

A exposição apresenta registros feitos em bloquinhos pelo arquiteto e urbanista durante viagem a Portugal em 1952.

Lucio Costa


CAIXA Cultural RJ
Av. Almirante Barroso 25, Centro

Até 5 ago 2012
dom, ter, qua, qui, sex e sáb 10:00 até 21:00
Grátis
http://www.caixacultural.com.br/html/main.html

http://rioshow.oglobo.globo.com/exposicoes/galerias/a-arquitetura-portuguesa-no-traco-de-lucio-costa-6679.aspx


No Paço Imperial

Coleção Itaú de Fotografia Brasileira

01 de Junho a 05 de Agosto

Paço Imperial (Rio de Janeiro)


Com curadoria de Eder Chiodetto, a mostra exibe obras pertencentes ao Banco Itaú. Criado há quase um século, o acervo conta hoje com 12 mil obras, entre pinturas, gravuras, esculturas, fotografias e instalações. Esse importante conjunto, cobre toda a história da arte brasileira, com peças referenciais de cada movimento e estilo.
“Nesta mostra, um recorte da Coleção Itaú de Fotografia com obras realizadas nos últimos 60 anos, optou-se por reunir as obras experimentais dos fotoclubes com trabalhos contemporâneos, estabelecendo um espelhamento lúdico. Relações formais, mas sobretudo uma semelhante atitude libertária diante da representação fotográfica, ecoam entre os dois tempos. Salienta-se assim que a evolução de uma linguagem não se dá de forma linear, mas em vertiginosas espirais desenhadas pelo tempo e pela cultura”, afirma Eder Chiodetto.
A exposição é fruto de uma parceria entre o Itaú Cultural e o Paço Imperial, que já proporcionou a realização de inúmeras exposições, graças ao alinhamento da missão das instituições ao fomentar e difundir o cenário artístico nacional.
Paço Imperial
Praça XV de Novembro, 48
Centro – Rio de Janeiro
De terça a domingo, das 12h às 18h.

http://www.artrio.art.br/

13 de junho de 2012

Rio + 20

CONSTRUINDO INSTRUMENTOS A PARTIR DO LIXO 

Oficina de arte para as crianças 
Espaço O Globo Rio+20

17 de junho | 11h

Casa de Cultura Laura Alvim
Avenida Vieira Souto 176, Ipanema
Aberta ao público
Vagas limitadas

11 de junho de 2012

Rio + 20

Consumismo infantil na programação da Rio+20

Fonte: Consumismo e Infância
Em junho, o Rio de Janeiro recebe a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, que vai debater sobre ações e políticas para as próximas décadas relacionadas à economia verde no contexto do desenvolvimento sustentável e da erradicação da pobreza e à estrutura institucional para o desenvolvimento sustentável.

O tema do consumismo infantil fará parte da programação oficial, com um side event fechado a organizações credenciadas pela ONU sobre Consumismo Infantil, Publicidade e Sustentabilidade, que acontece no dia 13 de junho, das 11h30 às 13h, no RioCentro. Haverá exibição do documentário “Criança, a alma do negócio”, seguida de palestras de Ana Maria Wilheim, do Instituto Akatu, Mariana Ferraz, do Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor), Roseli Goffman, do Conselho Federal de Psicologia, Ute Craemer, da Aliança pela Infância, Ana Claudia Bessa, do Movimento Infância Livre de Consumismo, e Gabriela Vuolo, do Instituto Alana.

A mesa vai debater a relação entre o consumismo infantil e a sustentabilidade, já que o nosso padrão de consumo interfere diretamente na exploração dos recursos naturais e na quantidade de lixo que produzimos. O problema do consumismo infantil é global e os atuais apelos mercadológicos vão contra qualquer esforço para um consumo mais consciente e equilibrado, que possa promover uma diferença no cuidado com o planeta.
 
 

5 de junho de 2012

Uma dica diferente

Oi gente,
aindei sumida, né?
Essa vida moderna é uma correria....Mesmo acordando às 7hs e dormindo a 1h da manhã, diariamente, não dá tempo da gente fazer tudo que precisa...impressionante...
Esses últimos dias não estava conseguindo parar aqui com calma para postar uma coisa legal pra vocês.

Mas hoje tenho uma dica muuuito legal, vi numa revista que recebi ontem em casa.
Não vou falar de arquitetura, nem de decoração, nem de design...
Mas de ecologia, educação e consumo.
Aluguel de brinquedos!
Isso mesmo! 
Existem sites que alugam brinquedos por 30 dias ou mais. E não estou falando de brinquedos para festas.
Isso é muito legal, você compra menos, junta menos tralha em casa, e a criança quando enjoar troca por um brinquedo novo!
Clica aí pra vocês verem:

Joanninha

Clube do brinquedo

Os brinquedos da Joanninha são liiiiindos! A maioria é de madeira, que a gente não encontra facilmente pra comprar. Sem contar que muitos são enormes....e depois pra guardar....
Olha a descrição do "quem somos" no site:

"A Joanninha nasceu de um dos principais valores que carregamos em nossas famílias: a importância que damos para o brincar na vida das pessoas. 
A gente acredita que a qualidade, variedade e quantidade de brincadeiras durante a infância estão fortemente ligadas ao desenvolvimento físico, psíquico, intelectual e emocional de todas as crianças.
No entanto, o brincar de hoje é muito consumista e não é raro vermos crianças se desinteressarem por brinquedos que ganharam há pouco tempo e já estarem interessadas em novos brinquedos. 
Para a Joanninha o que importa não é ter o brinquedo, mas um brincar mais puro que incentive o momento da brincadeira, despertando nas crianças, amigos, pais e familiares valores como companheirismo e cidadania.
Nós da Joanninha defendemos um brincar sustentável e alugamos brinquedos para brincar em casa, no cotidiano. 
Um brincar sustentável que desenvolve as habilidades infantis e, ao mesmo tempo, incentiva o reuso e o consumo compartilhado de brinquedos.
Para nós o que importa não é ter o brinquedo, mas sim a brincadeira que ele proporciona.
Equipe Joanninha"




Esses sites só tem um defeitinho....não são do Rio....
Procurei na internet e não achei nada parecido no Rio. Se alguém souber, manda pra mim!

Bom, fica a dica pra quem mora em São Paulo, e pra quem quiser abrir um por aqui....



21 de maio de 2012

Espaços pequenos

A gente vive querendo mais espaço...

Um apartamento maior...
Uma casa maior...
Um quarto maior...
Um closet maior...

Mas vai dizer que não é uma delícia ter um cantinho assim, pra relaxar?
Bem pequenininho...
 














Eu ADORO !

18 de maio de 2012

No Centro Cultural Correios

Exposições

ADIR BOTELHO – Gravador de Sonhos

ADIR BOTELHO – Gravador de Sonhos


Uma importante coleção de xilogravuras, do gravador carioca Adir Botelho, poderá ser conferida a partir do dia 17 de maio, no Centro Cultural Correios, no Rio de Janeiro. Com curadoria Lani Goeldi, a mostra faz um passeio pelo instigante universo da xilogravura do artista que foi assistente de Raimundo Cela e Oswaldo Goeldi e também teve projeção como decorador de grandes ambientes, como a ornamentação da Avenida Presidente Vargas para o carnaval.
A exposição reúne três séries do artista: Pedra Bonita, Caldeirão, Catumbi e outras xilogravuras inéditas, num total aproximado de 65 obras. “Adir Botelho descreve seu cotidiano com uma chama de entusiasmo que jamais se apaga. A memória do artista transcende o tempo e o espaço e, literalmente, nos faz vivenciar os locais impressos em suas gravuras” comenta a curadora.
O artista tem forte ligação pela técnica, que utiliza a madeira como matriz, reproduzindo a imagem gravada sobre o papel. “O que faz a sugestividade da xilogravura (de xylon = madeira e graphe = gravar) é a atmosfera de liberdade que ela cria. Gravar em madeira é uma necessidade da criatividade humana, uma forma de questionar a natureza. Não se pode reinventar a xilogravura: ela será irresistível enquanto se mantiver fechada sobre o núcleo central de sua própria força. Gravar em madeira é uma aprendizagem constante, construção contínua de um saber profissional e humano. Tudo nela é expresso de maneira simples, objetiva. Índice de cultura, a xilogravura possui sua própria vida, sua própria história. Seu ofício não é em si mais do que um meio. O ato xilográfico que damos a ele é o que realmente importa”, observa o artista.

Serviço:
Exposição: “Adir Botelho – Gravando Sonhos”
Abertura: 16 de maio, ás 19h (para convidados)
Visitação: 17 de maio a 24 de junho de 2012 – ter a dom, das 12 às 19h
Local: Centro Cultural Correios (Rua Visconde de Itaboraí, 20 – Centro)
Informações: 2253-1580
Patrocínio: Correios
Realização: Centro Cultural Correios
Acesse: www.correios.com.br




Oceanos
Exposição reúne fotos inéditas do fundo do mar, captadas durante realização do filme “Océans”, e sensibiliza o público para a conscientização ambiental.

Oceanos Oceanos Oceanos


Cerca de 35 fotos inéditas, captadas pela equipe de produção do filme “Océans”, de Jacques Perrin e Jacques Cluzaud – longa coproduzido pela Disneynature e ganhador do César 2011 de melhor documentário (prêmio considerado o “Oscar” francês) – estão na exposição “Oceanos” que o Centro Cultural Correios e a Aliança Francesa realizam no período de 16 de maio a 1º de julho. O objetivo é de contribuir para a conscientização ambiental por ocasião da Rio+20 - Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável - que acontece entre 13 e 22 de junho no Rio de Janeiro.
Baseada na ideia de “ser peixe entre os peixes”, a equipe de Perrin e Cluzaud chegou a construir três tipos de câmeras inéditas, a fim de poder circular naturalmente entre os habitantes dos cinco oceanos da Terra. Entre elas, a Thétys, uma câmera colocada na ponta de uma grua, fixada na embarcação, para filmar as baleias jubarte, no Alasca. O resultado foi impresso em metacrilato (acrílico). O tamanho padrão das imagens é de 0,75m X 0,50m, sendo que seis fotos são impressas em painéis de 1,20m X 0,80m.
Para além do aspecto ambiental, de conscientização sobre a preservação da natureza, a mostra pretende ser uma fonte de informação sobre os animais, curiosidades e a maneira como se comportam. É o caso do elefante marinho da ilha de Guadalupe. A equipe conseguiu tal aproximação do animal, que é possível notar um olhar quase “incrédulo” diante da câmera especial. Ou, então, os ancestrais da iguana marinha, que voltaram ao mar para obter o alimento que as ilhas Galápagos, quase desertas, não ofereciam a eles. E há os exóticos, como o peixe shrek, que é munido de monstruosos tumores que incham seu crânio e seu queixo. Um dado curioso é que essas deformações só surgem com a idade, quando a jovem fêmea “elegante” se transforma em “macho velho”, ou seja, o peixe nasce fêmea e morre macho.
Há ainda situações praticamente inéditas ou esquecidas, como o empilhamento de milhares de caranguejos reunidos para mudança de pele no sul da Austrália. Os crustáceos cobrem o fundo do mar com um metro de espessura. “Últimas testemunhas de uma riqueza acabada, essas indescritíveis abundâncias eram comuns antes do homem industrial”, comenta Perrin. “E elas nos lembram que a ‘amnésia ecológica’ está nos atingindo, pois cada um considera a natureza que descobre em sua infância como original. Assim, de geração em geração, aceitamos o inaceitável empobrecimento, pois não podemos medir a extensão global do desastre”, completa.
“A vantagem desse conjunto de fotos em relação ao filme é que, além de inéditas, essas imagens, estáticas, prolongam a aventura da filmagem e permitem que o espectador leve o tempo que precisar para absorver as informações e a beleza do mundo subaquático”, explica Yann Lorvo, diretor geral da Aliança Francesa no Brasil.

Sobre o filme.
Os diretores Jacques Perrin e Jacques Cluzaud já haviam realizado em 2001 um documentário similar, voando com os pássaros em migração (“Le peuple Migrateur”). Jacques Perrin, ator e diretor, sempre viveu no meio artístico desde sua juventude, em Paris, e criou a sua própria empresa de produção, a Galatée Films, que financiou a realização de “Oceanos” durante quatro anos. O objetivo foi criar uma proximidade entre as câmeras e os animais marinhos, permitindo participar do espetáculo e não apenas observar. Foram quatro anos de aventura para imergir-se no mundo animal. Uma aventura humana nos oceanos, através das tempestades e tormentas; sem poder distinguir o céu do mar, por causa da espuma que tornava tudo similar. Os realizadores contaram o tempo todo com a ajuda de cientistas e de centros oceanográficos do mundo inteiro, fazendo dessa obra um trabalho internacional, sem fronteiras, ultrapassando as técnicas clássicas dos filmes documentários.

Serviço:
Exposição: “Oceanos”
Abertura: 16 de maio, às 19h
Visitação: de 17 de maio a 1º julho de 2012 - de terça a domingo, de 12h as 19h – GRÁTIS
Apoio Cultural: Correios
Realização: Centro Cultural Correios e Aliança Francesa.

16 de maio de 2012

IG Economia

SuperVia quer restaurar Central do Brasil e transformá-la em shopping


Projeto de R$ 300 mil mantém estação, em padrão europeu, e prevê lojas, estacionamento e hotel. Obra depende de aprovação do Iphan

Raphael Gomide, iG Rio de Janeiro
16/05/2012 06:00:33 - Atualizada às 16/05/2012 10:51:33




A Supervia, concessionária de trens urbanos do Rio de Janeiro, tem um projeto de R$ 300 milhões para restaurar e modernizar a histórica estação da Central do Brasil, transformando-a em uma espécie de shopping center.
A nova Central continuaria a funcionar como a principal estação de trens do Rio, mas seria modernizada e receberia um centro comercial, hotel com 204 quartos, estacionamento e centro de convenções, entre outras mudanças.
 

 
A execução da megaobra depende, porém, de autorização do Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico), uma vez que o conjunto arquitetônico é tombado desde 1996. O projeto está em análise pelo órgão, que deve decidir sobre o tema nas próximas semanas. O Iphan fez algumas exigências sobre o projeto inicial, e a Supervia fez readequações, que estão sob nova avaliação.
Inaugurada em 1858, a “Estação da Corte” foi rebatizada de “Estação de Ferro Central do Brasil”, em 1889, com a chegada da República e é um ícone da cidade.
 

Segundo a Supervia, o objetivo é restaurar a arquitetura e a infraestrutura da Central e ampliar a área de embarque e desembarque em 4 mil metros quadrados, que será climatizada, como toda a estação. As áreas de operações – como acessos, bilheterias e serviços – e a infraestrutura elétrica serão recuperadas.


Em um detalhe relevante e simbólico, a cobertura das plataformas passará a ter uma cúpula de vidro, o que permitirá aos passageiros ver o tradicional relógio da Central de dentro da estação. O shopping terá 36 mil metros quadrados, com lojas e praça de alimentação. Um conceito é o de que os passageiros tenham prazer de estar ali.
A empresa quer mudar a cara da Central e fazer com que fique parecida com uma estação de trem europeia ou norte-americana, e passe a dar mais conforto aos passageiros, que enfrentam constantes problemas com os trens. Seria algo nos termos das estações de Nova York e de La Défense, em Paris, em que a modernização mantém e até valoriza as características originais das construções.



Investimentos pretendem melhorar imagem da empresa
 

A iniciativa faz parte de um conjunto de ações e investimentos da Supervia para modernizar a rede obsoleta, aumentar a eficiência e melhorar a imagem junto ao público, desgastada por inúmeros episódios de atrasos e problemas operacionais.
Frequentes paradas entre estações por alguns minutos, trens quebrados – que forçam usuários a descer dos vagões e caminhar pelos trilhos –, trens lotados e más condições de conservação de vagões.
Outros casos de violência também contribuíram negativamente para a empresa, como aquele em que seguranças deram chicotadas em passageiros espremidos na porta de entrada e outro, quando um segurança arrancou parte da orelha de um usuário.

http://economia.ig.com.br/2012-05-16/supervia-quer-restaurar-central-do-brasil-e-transformala-em-shop.html


 

11 de maio de 2012

Design para crianças

Beanbag - Pottery Barn Kids


 
 Abyss Race-Sled - Sirch






Modern and Cheerful Chair




Paper Chair



Circle


Bench - Anthologie Quartett


Meridiana soccer



cradle Nume




Desk House -  Ninetonine




Trioli - Magis me too



Eames Elephant - Vitra



HiLo Chair - Age Design




Sirch


Modern Stylish High Chai


Nest high chair - Mozzee


Leander Cradle



Foret des boite -  Belouga


Julian - Magis me too



Mico - Magis me too



Frame chair



Free Line


Ikea



Nido - Magis me too






Kiddimoto



Klick Desk - P´kolino







Mammut chaise elefant - Ikea


Litlle Flair - Magis me too



Modern Playhouse



Panton Junior - Vitra


Pick Up - Offecct



Paradise Tree - Magis me too



Plust Chair




Potty Bench - Boon



Rhapsody Bed



 Dodo - Magis me too






Ellinor Rocking Armchair - Heirloom


Villa Julia - Magis me too