Temos o MAR...
E teremos a CASA DAROS !
A Casa Daros – instituição da Daros Latinamerica, uma das mais
abrangentes coleções dedicadas à arte contemporânea latino-americana,
com sede na Suíça – já tem data de inauguração. Após uma cuidadosa e
monumental obra de restauro e reforma do prédio neoclássico, projetado
pelo arquiteto Joaquim Bethencourt da Silva, e erguido em 1866 na Rua
General Severiano em Botafogo, a Casa Daros será inaugurada no dia 23 de
março de 2013.
Criada em 2000, a coleção Daros Latinamerica reúne um acervo de mais
de 1.100 obras, de 116 artistas nascidos ou que trabalham em países da
América Latina. A Casa Daros irá apresentar ao público exposições,
sempre acompanhadas de atividades integradas de arte, educação e
comunicação, como oficinas, cursos, seminários e programação
audiovisual. O edifício terá também biblioteca, auditório com capacidade
para cem pessoas, restaurante, cafeteria e loja.
A exposição inaugural será Cantos Cuentos Colombianos, com
uma seleção ampla e representativa de obras de dez artistas da Colômbia:
Doris Salcedo, Fernando Arias, José Alejandro Restrepo, Juan Manuel
Echavarría, Maria Fernanda Cardoso, Miguel Ángel Rojas, Nadín Ospina,
Oscar Muñoz, Oswaldo Macià, e Rosemberg Sandoval.
O edifício da Casa Daros pertencia à Santa Casa de Misericórdia e foi
comprado pela Daros Latinamerica em 2006. As obras de restauro e
adequação ao novo uso começaram em meados de 2007. A revitalização do
prédio foi complexa e exigiu considerável esforço e dedicação, pois foi
necessário restaurar janelas, portas, pisos, paredes e telhados,
garantir as condições adequadas para seu novo uso e, ainda, manter o
princípio da reversibilidade, fundamental em prédios protegidos pelo
patrimônio. Tombado em 1987 pela cidade do Rio de Janeiro, o prédio teve
sua obra acompanhada por diversos órgão municipais, com destaque para a
Subsecretaria do Patrimônio Cultural, Intervenção Urbana, Arquitetura e
Design e a Secretaria de Urbanismo.
A história do edifício neoclássico remonta a 1819, quando a enorme
chácara em Botafogo foi doada à Santa Casa da Misericórdia, que se
manteve dona da propriedade até sua venda em 2006. O edifício abrigou
no século XIX o Recolhimento de Santa Teresa, um orfanato para meninas,
e, no século XX, o Educandário de Santa Teresa, partilhado em suas
últimas duas décadas com o Colégio Anglo-Americano.
O diretor artístico e curador da coleção Daros Latinamerica é
Hans-Michael Herzog, e a Casa Daros tem como diretora-geral Isabella
Rosado Nunes, e diretor de arte e educação Eugenio Valdés Figueroa.
Texto extraído do site ArtRio:
http://www.artrio.art.br/casa-daros-inauguracao-em-marco-de-2013/
Casa Daros
Rua General Severiano 159
Botafogo, Rio de Janeiro - RJ
+55 21 2275 0246
Pra ficar por dentro:
http://www.casadaros.net/index_rio.php?i=939
http://oglobo.globo.com/cultura/a-america-profunda-no-rio-de-janeiro-via-casa-daros-7400010
http://oglobo.globo.com/infograficos/casa-daros/
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5 de março de 2013
9 de novembro de 2012
Vamos ver e consumir arte !
O Rio de Janeiro recebe entre os dias 8 e 11 de novembro a primeira edição da ARTIGO Rio,
feira de arte contemporânea com obras a preços acessíveis, que reúne
cerca de 30 galerias e coletivos artísticos nacionais e estrangeiros, no
Centro de Convenções SulAmérica. Idealizada pelo
curador e artista plástico Alexandre Murucci, a ARTIGO busca aproximar
novos colecionadores do mundo das artes visuais, oferecendo obras de
qualidade, de jovens artistas expoentes ou em meio de carreira, a um
valor médio entre R$ 500,00 e R$ 3 mil e teto de R$ 17 mil o trabalho
mais caro.
“Há um nicho pouco explorado no Brasil, impulsionado pela expansão do circuito de arte e sua popularização para a classe média, mas que é tendência de mercado na Europa e nos EUA, onde já acontecem, com frequência, diversas feiras similares. E a ARTIGO vem para preencher esse espaço”, defende Murucci.
A feira apresenta um modelo transparente de exposição das obras, em que cada galeria apresentará, de maneira clara e ao alcance do público, informações sobre os artistas e preços dos trabalhos expostos. Além disso, todos os participantes têm o compromisso de expor 70% das obras à venda com preço médio entre R$ 500,00 e R$ 3 mil. “Apesar do boom das artes no país, o brasileiro ainda vê a obra de arte como um objeto caro, inacessível. Por isso, nossa proposta é oferecer obras com valores acessíveis e uma dinâmica de maior clareza nas informações e preços, pois a pessoa que vier à nossa feira
tem que ter certeza de que não há preços flutuantes – é tudo como numa vitrine de shopping. Queremos que o público vá à ARTIGO para comprar de fato, e não apenas olhar, como num museu”, explica o idealizador.
Entre as galerias e coletivos de arte presentes estão nomes, como as cariocas Artur Fildago, Öko Arte Contemporânea, Cosmocopa Galeria de Arte e Sergio Gonçalves Galeria, a mineira Minas Contemporânea, a estrangeira AVA Gallery, de Helsinki (Finlândia), e o projeto virtual FaceArte.
A entrada da feira custa R$ 10,00 e o transporte oficial do evento é o MetrôRio, cuja estação Estácio localiza-se próxima ao evento. O acesso ao local pode ser feito também por ônibus e carro, com estacionamento disponível no próprio Centro de Convenções SulAmérica.
Eventos paralelos
A ARTIGO promove ainda uma série de ações paralelas durante o evento. Entre os dias 8 e 11 de novembro, o Centro de Conveções SulAmérica abriga o Fórum ARTIGO, série de debates e palestras dedicados ao mercado de arte, ao colecionismo e a jovens artistas, entre outros temas.
O evento promove também o Prêmio ARTIGO de Arte Contemporânea, que premiará galerias e artistas participantes da feira em três categorias: Artista Revelação, para artistas iniciantes; Projeto Trajetória, para artistas em meio de carreira; Melhor Obra, para a galeria que apresentar a obra com melhor custo benefício e de maior impacto junto ao público (prêmio por votação popular).
Informações - www.feiraartigo.com.br ou www.facebook.com/artigorio
“Há um nicho pouco explorado no Brasil, impulsionado pela expansão do circuito de arte e sua popularização para a classe média, mas que é tendência de mercado na Europa e nos EUA, onde já acontecem, com frequência, diversas feiras similares. E a ARTIGO vem para preencher esse espaço”, defende Murucci.
A feira apresenta um modelo transparente de exposição das obras, em que cada galeria apresentará, de maneira clara e ao alcance do público, informações sobre os artistas e preços dos trabalhos expostos. Além disso, todos os participantes têm o compromisso de expor 70% das obras à venda com preço médio entre R$ 500,00 e R$ 3 mil. “Apesar do boom das artes no país, o brasileiro ainda vê a obra de arte como um objeto caro, inacessível. Por isso, nossa proposta é oferecer obras com valores acessíveis e uma dinâmica de maior clareza nas informações e preços, pois a pessoa que vier à nossa feira
tem que ter certeza de que não há preços flutuantes – é tudo como numa vitrine de shopping. Queremos que o público vá à ARTIGO para comprar de fato, e não apenas olhar, como num museu”, explica o idealizador.
Entre as galerias e coletivos de arte presentes estão nomes, como as cariocas Artur Fildago, Öko Arte Contemporânea, Cosmocopa Galeria de Arte e Sergio Gonçalves Galeria, a mineira Minas Contemporânea, a estrangeira AVA Gallery, de Helsinki (Finlândia), e o projeto virtual FaceArte.
A entrada da feira custa R$ 10,00 e o transporte oficial do evento é o MetrôRio, cuja estação Estácio localiza-se próxima ao evento. O acesso ao local pode ser feito também por ônibus e carro, com estacionamento disponível no próprio Centro de Convenções SulAmérica.
Eventos paralelos
A ARTIGO promove ainda uma série de ações paralelas durante o evento. Entre os dias 8 e 11 de novembro, o Centro de Conveções SulAmérica abriga o Fórum ARTIGO, série de debates e palestras dedicados ao mercado de arte, ao colecionismo e a jovens artistas, entre outros temas.
O evento promove também o Prêmio ARTIGO de Arte Contemporânea, que premiará galerias e artistas participantes da feira em três categorias: Artista Revelação, para artistas iniciantes; Projeto Trajetória, para artistas em meio de carreira; Melhor Obra, para a galeria que apresentar a obra com melhor custo benefício e de maior impacto junto ao público (prêmio por votação popular).
Informações - www.feiraartigo.com.br ou www.facebook.com/artigorio
SERVIÇO
Evento: Artigo Feira de Arte Contemporânea
Tipo: Aberto ao público
Forma de Ingresso: Pago
R$ 10,00 (dez reais) - desconto de 50% para usuários do cartão pré-pago do MetrôRio.
Tipo: Aberto ao público
Forma de Ingresso: Pago
R$ 10,00 (dez reais) - desconto de 50% para usuários do cartão pré-pago do MetrôRio.
Data: 06 a 11 de Novembro de 2012
Local: Centro de Convenções SulAmérica
Av. Paulo de Frontin, 1
Cidade Nova | Rio de Janeiro | RJ
(21) 3293-6700
Localização Interna: Salão Nobre
Galerias Participantes:
Almacén Galeria
A Artéria Art Projects
Ágora
Amarelonegro
Artur Fidalgo Galeria
AVA
Caza Contemporânea
Coleção de Arte
Cosmocopa Arte Contemporânea
DeSouza Lindner Art Projects
Dumaresq
Espaço Ernani Arte
Essensz Galerie
Face Arte
Filé de Peixe
Galeria Vertical
H. Rocha Galeria
Imagemgrafia
Luiz Fernando Landeiro
Metara Galeria
Minas Contemporânea
Move Institute
Öko Galeria
Orlando Lemos Galeria
Sergio Gonçalves Galeria
Solo Project - Heleno Bernardi
Tato di Lascio Galeria de Arte
TNT Arte
Apoio: SINDMÓVEIS & DECORAÇÕES, SINTENRJ, Vinícola Aurora
Transporte oficial: MetrôRio
Galerias Participantes:
Almacén Galeria
A Artéria Art Projects
Ágora
Amarelonegro
Artur Fidalgo Galeria
AVA
Caza Contemporânea
Coleção de Arte
Cosmocopa Arte Contemporânea
DeSouza Lindner Art Projects
Dumaresq
Espaço Ernani Arte
Essensz Galerie
Face Arte
Filé de Peixe
Galeria Vertical
H. Rocha Galeria
Imagemgrafia
Luiz Fernando Landeiro
Metara Galeria
Minas Contemporânea
Move Institute
Öko Galeria
Orlando Lemos Galeria
Sergio Gonçalves Galeria
Solo Project - Heleno Bernardi
Tato di Lascio Galeria de Arte
TNT Arte
Apoio: SINDMÓVEIS & DECORAÇÕES, SINTENRJ, Vinícola Aurora
Transporte oficial: MetrôRio
* Programação sujeita a alterações sem aviso prévio.
** As informações aqui contidas são de inteira responsabilidade do organizador do evento, consulte-o.
11 de junho de 2012
Rio + 20
Consumismo infantil na programação da Rio+20
Em junho, o Rio de Janeiro recebe a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20,
que vai debater sobre ações e políticas para as próximas décadas
relacionadas à economia verde no contexto do desenvolvimento sustentável
e da erradicação da pobreza e à estrutura institucional para o
desenvolvimento sustentável.
O tema do consumismo infantil fará parte da programação oficial, com um side event fechado a organizações credenciadas pela ONU sobre Consumismo Infantil, Publicidade e Sustentabilidade, que acontece no dia 13 de junho, das 11h30 às 13h, no RioCentro. Haverá exibição do documentário “Criança, a alma do negócio”, seguida de palestras de Ana Maria Wilheim, do Instituto Akatu, Mariana Ferraz, do Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor), Roseli Goffman, do Conselho Federal de Psicologia, Ute Craemer, da Aliança pela Infância, Ana Claudia Bessa, do Movimento Infância Livre de Consumismo, e Gabriela Vuolo, do Instituto Alana.
A mesa vai debater a relação entre o consumismo infantil e a sustentabilidade, já que o nosso padrão de consumo interfere diretamente na exploração dos recursos naturais e na quantidade de lixo que produzimos. O problema do consumismo infantil é global e os atuais apelos mercadológicos vão contra qualquer esforço para um consumo mais consciente e equilibrado, que possa promover uma diferença no cuidado com o planeta.
O tema do consumismo infantil fará parte da programação oficial, com um side event fechado a organizações credenciadas pela ONU sobre Consumismo Infantil, Publicidade e Sustentabilidade, que acontece no dia 13 de junho, das 11h30 às 13h, no RioCentro. Haverá exibição do documentário “Criança, a alma do negócio”, seguida de palestras de Ana Maria Wilheim, do Instituto Akatu, Mariana Ferraz, do Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor), Roseli Goffman, do Conselho Federal de Psicologia, Ute Craemer, da Aliança pela Infância, Ana Claudia Bessa, do Movimento Infância Livre de Consumismo, e Gabriela Vuolo, do Instituto Alana.
A mesa vai debater a relação entre o consumismo infantil e a sustentabilidade, já que o nosso padrão de consumo interfere diretamente na exploração dos recursos naturais e na quantidade de lixo que produzimos. O problema do consumismo infantil é global e os atuais apelos mercadológicos vão contra qualquer esforço para um consumo mais consciente e equilibrado, que possa promover uma diferença no cuidado com o planeta.
16 de maio de 2012
IG Economia
SuperVia quer restaurar Central do Brasil e transformá-la em shopping
Projeto de R$ 300 mil mantém estação, em padrão europeu, e prevê lojas, estacionamento e hotel. Obra depende de aprovação do Iphan
Raphael Gomide, iG Rio de Janeiro
16/05/2012 06:00:33 - Atualizada às 16/05/2012 10:51:33

A Supervia, concessionária de trens urbanos do Rio de Janeiro, tem um projeto de R$ 300 milhões para restaurar e modernizar a histórica estação da Central do Brasil, transformando-a em uma espécie de shopping center.
A nova Central continuaria a funcionar como a principal estação de trens do Rio, mas seria modernizada e receberia um centro comercial, hotel com 204 quartos, estacionamento e centro de convenções, entre outras mudanças.
A execução da megaobra depende, porém, de autorização do Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico), uma vez que o conjunto arquitetônico é tombado desde 1996. O projeto está em análise pelo órgão, que deve decidir sobre o tema nas próximas semanas. O Iphan fez algumas exigências sobre o projeto inicial, e a Supervia fez readequações, que estão sob nova avaliação.
Inaugurada em 1858, a “Estação da Corte” foi rebatizada de “Estação de Ferro Central do Brasil”, em 1889, com a chegada da República e é um ícone da cidade.
Em um detalhe relevante e simbólico, a cobertura das plataformas passará a ter uma cúpula de vidro, o que permitirá aos passageiros ver o tradicional relógio da Central de dentro da estação. O shopping terá 36 mil metros quadrados, com lojas e praça de alimentação. Um conceito é o de que os passageiros tenham prazer de estar ali.
A empresa quer mudar a cara da Central e fazer com que fique parecida com uma estação de trem europeia ou norte-americana, e passe a dar mais conforto aos passageiros, que enfrentam constantes problemas com os trens. Seria algo nos termos das estações de Nova York e de La Défense, em Paris, em que a modernização mantém e até valoriza as características originais das construções.
Investimentos pretendem melhorar imagem da empresa
Outros casos de violência também contribuíram negativamente para a empresa, como aquele em que seguranças deram chicotadas em passageiros espremidos na porta de entrada e outro, quando um segurança arrancou parte da orelha de um usuário.
http://economia.ig.com.br/2012-05-16/supervia-quer-restaurar-central-do-brasil-e-transformala-em-shop.html
Projeto de R$ 300 mil mantém estação, em padrão europeu, e prevê lojas, estacionamento e hotel. Obra depende de aprovação do Iphan
Raphael Gomide, iG Rio de Janeiro
16/05/2012 06:00:33 - Atualizada às 16/05/2012 10:51:33
A Supervia, concessionária de trens urbanos do Rio de Janeiro, tem um projeto de R$ 300 milhões para restaurar e modernizar a histórica estação da Central do Brasil, transformando-a em uma espécie de shopping center.
A nova Central continuaria a funcionar como a principal estação de trens do Rio, mas seria modernizada e receberia um centro comercial, hotel com 204 quartos, estacionamento e centro de convenções, entre outras mudanças.
A execução da megaobra depende, porém, de autorização do Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico), uma vez que o conjunto arquitetônico é tombado desde 1996. O projeto está em análise pelo órgão, que deve decidir sobre o tema nas próximas semanas. O Iphan fez algumas exigências sobre o projeto inicial, e a Supervia fez readequações, que estão sob nova avaliação.
Inaugurada em 1858, a “Estação da Corte” foi rebatizada de “Estação de Ferro Central do Brasil”, em 1889, com a chegada da República e é um ícone da cidade.
Segundo a Supervia, o objetivo é restaurar a arquitetura e a infraestrutura da Central e ampliar a área de embarque e desembarque em 4 mil metros quadrados, que será climatizada, como toda a estação. As áreas de operações – como acessos, bilheterias e serviços – e a infraestrutura elétrica serão recuperadas.
Em um detalhe relevante e simbólico, a cobertura das plataformas passará a ter uma cúpula de vidro, o que permitirá aos passageiros ver o tradicional relógio da Central de dentro da estação. O shopping terá 36 mil metros quadrados, com lojas e praça de alimentação. Um conceito é o de que os passageiros tenham prazer de estar ali.
A empresa quer mudar a cara da Central e fazer com que fique parecida com uma estação de trem europeia ou norte-americana, e passe a dar mais conforto aos passageiros, que enfrentam constantes problemas com os trens. Seria algo nos termos das estações de Nova York e de La Défense, em Paris, em que a modernização mantém e até valoriza as características originais das construções.
Investimentos pretendem melhorar imagem da empresa
A iniciativa faz parte de um conjunto de ações e investimentos da Supervia para modernizar a rede obsoleta, aumentar a eficiência e melhorar a imagem junto ao público, desgastada por inúmeros episódios de atrasos e problemas operacionais.
Frequentes paradas entre estações por alguns minutos, trens quebrados – que forçam usuários a descer dos vagões e caminhar pelos trilhos –, trens lotados e más condições de conservação de vagões.Outros casos de violência também contribuíram negativamente para a empresa, como aquele em que seguranças deram chicotadas em passageiros espremidos na porta de entrada e outro, quando um segurança arrancou parte da orelha de um usuário.
6 de maio de 2012
www.oglobo.com
Refazendo tudo: de áreas subutilizadas surgem bairros sustentáveis
Aproveitar a arquitetura original é um dos meios de se reduzir o impacto ambiental
Publicado:
Atualizado:
E se em vez de projetar um bairro sustentável, as cidades investissem
em revitalizações dentro do seu perímetro urbano? Na segunda reportagem
da série, “Se o meu bairro fosse verde”, o Morar Bem mostra as
adaptações em quatro bairros pelo mundo. Em Mission Bay, São Francisco,
Califórnia, a vida dos moradores mudou muito desde que a área começou a
ser remodelada para se tornar sustentável. Carros já quase não fazem
parte de seu universo. Assim como em Vauban, Freiburg, na Alemanha, onde
parte da arquitetura de uma antiga base militar foi aproveitada para a
construção de um novo modelo de moradia, com a coexistência de locais de
trabalho e casas para classes sociais variadas. Em comum, os dois
projetos tiveram uma ampla participação de moradores em sua elaboração.
Exatamente como deve ser, dizem especialistas. No Brasil, ainda não
temos projetos como esses.
Bairros adaptados, boa solução sustentável
Nada de se deslocar por quase 20 quilômetros, como acontece em bairros construídos do zero por falta de áreas livres no miolo das cidades. Nos projetos de remodelação, áreas subutilizadas no centro urbano ganham atributos sustentáveis: afinal, contribuem para reduzir a emissão do dióxido de carbono dos automóveis. A participação da comunidade no desenvolvimento da nova planta e a adaptação da arquitetura antiga são outras características de bairros em reconstrução.
Mas, nessa empreitada para reduzir o impacto ambiental, nem tudo são flores, aponta a arquiteta Viviane Cunha:
— Adaptar um bairro existente pode ser mais difícil do que construí-lo do zero. Há coisas mais complicadas para se fazer e leva mais tempo. Se for para derrubar tudo, por exemplo, acaba a sustentabilidade.
Gerente do projeto Mission Bay, da Prefeitura de São Francisco, Kelley Kahn discorda:
— Construir novos bairros é uma das soluções. Mas para que toda São Francisco se torne sustentável é preciso também pensar em remodelações.
MISSION BAY: Ir a pé para o trabalho, a escola, as compras. Aproveitar parques públicos para descansar e curtir a natureza. Fazer os trajetos a pé ou de bicicleta. É assim a vida em Mission Bay, São Francisco, Califórnia, desde a remodelação do bairro iniciada em 1998. Os carros já quase não fazem parte de seu universo. E todos os prédios construídos desde então seguem os preceitos exigidos pelo Green Building Council (GBC), que certifica edificações sustentáveis.
Apontado pelo governo da Califórnia como modelo de desenvolvimento sustentável, Mission Bay chegou lá graças a ampla participação da comunidade em todas as decisões: o que ainda hoje acontece em reuniões mensais, diz Kelley:
— Foram anos de discussões com a comunidade antes mesmo de iniciarmos o projeto.
O resultado foi o surgimento de um novo bairro que ganhou um grande circuito de ciclovias, além de uma linha de metrô integrando Mission Bay ao resto de São Francisco, e outra de trem interligando o bairro ao Vale do Silício. Três mil das seis mil unidades residenciais já estão prontas: 900 das quais, reservadas à habitação social. Com apenas 45% do projeto concluído (há 15 anos de renovações pela frente), o local também já conta com parques e áreas de lazer e esporte públicas e uma nova biblioteca, além de um campus da Universidade da Califórnia, que já tem sete de seus prédios prontos, inclusive um dedicado a pesquisas científicas. E estão previstos ainda, conclui Kelly, complexo hospitalar, hotel e escola pública:
— Terminado, Mission Bay será uma movimentada extensão de São Francisco.
VAUBAN: Na Alemanha, terra da Mercedes-Benz, a vida num lugar quase sem carros pode parecer inusitada. Mas é exatamente o que acontece em Vauban, a três quilômetros do centro histórico de Freiburg. Erguido, entre 1994 e 2004, em uma antiga base militar francesa, a partir de uma comissão formada por moradores das regiões vizinhas, o bairro proíbe a circulação de automóveis Na maior parte das ruas. O objetivo? Reduzir emissão de dióxido de carbono.
— A qualidade de vida é grande: ninguém sofre o impacto do tráfego — diz a moradora Heidrun Walter.
Mas nem todo mundo consegue se adaptar a esta rotina, que veta garagens em partes residenciais e parqueamento nas calçadas. Quem quiser esse bel-prazer, deve guardar o carro num dos dois estacionamentos na entrada do bairro.
— Quem quer ter seu carro em frente de casa não se adapta a Vauban e acaba deixando o bairro — continua Heidrun.
Debruçado sobre conceitos que reduzem o impacto ambiental, Vauban teve parte da arquitetura da antiga base reaproveitada como residência para estudantes e restaurantes. Nos terrenos baldios, foram erguidas casas com coletores solares e revestimentos para melhorar o conforto termoacústico. Ainda assim, um dos envolvidos na remodelação, o engenheiro Andreas Delleske, prefere não apontar Vauban como exemplo sustentável:
— Prefiro dizer que conseguimos produzir mais energia do que consumimos. Vauban é um bairro normal, talvez esteja um pouco melhor informado.
Já para a professora de engenharia da UFRJ, Ângela Maria Gabriella Rossi, Vauban é um bom exemplo de sustentabilidade urbana.
— Além de participação da comunidade e apoio do governo desde sua elaboração, o bairro tem mistura de classes e diversificação arquitetônica.
VÄSTRA HAMNEN: Malha urbana com ampla rede cicloviária, transporte a gás natural, ruas só para pedestres, sistema de armazenamento de água quente do mar durante o verão para aquecer habitações no inverno, conversão de resíduos urbanos em biogás, além de prédios planejados de acordo com a melhor orientação do sol e dos ventos. Assim é Västra Hamnen, que já conta com 4,5 mil habitantes. Quem passa pela região, situada a poucos quilômetros do Centro histórico de Malmö, na Suécia, dificilmente percebe que ali funcionava um grande estaleiro.
Tudo começou em 2001, com a exposição Bo01 — Cidades do Futuro, que apresentava uma intervenção permanente segundo os princípios sustentáveis propostos pela Prefeitura de Malmö. O evento pôs abaixo parte das edificações existentes e construiu prédios com 500 apartamentos, com coletores solares e uma bomba de aquecimento, que, com ajuda da energia gerada pelo parque eólico Lilligrund capta água e aquece as residências.
— O bairro usa 100% de energia renovável produzida no local a partir de uma variedade de fontes: solar, eólica, marítima e de um aquífero (reservatório da água natural) — explica Lotta Hansson, assistente do projeto, que, feito com a participação da comunidade, deve ser concluído em 2027.
GRAND LARGE: Bairro industrial, onde até 1987 funcionavam os estaleiros de Dunquerque, na França, Grand Large viu o movimento de trabalhadores desaparecer depois que o então presidente Jacques Chirac decidiu encerrar as atividades do local. Hoje, novo burburinho movimenta suas ruas: crianças brincando pelos parques e praças e moradores passeando de bicicleta ou a pé. Tanta diferença é resultado de um planejamento feito pela prefeitura.
A ideia é tornar sustentável toda Dunquerque — cidade reconstruída na década de 1950, depois de ter sido ocupada por nazistas entre 1940 e 1945, e que se tornou exemplo típico dos grandes centros urbanos da época, com avenidas largas e tráfego intenso. Para mudar o cenário, foi criado um plano urbanístico que visa ao crescimento para a periferia. Nesse contexto, nasceu Grand Large. De frente para o mar, estão as casas que se tornaram cartão postal da cidade. No estilo flamenco, ganharam muitas janelas e chaminé, para garantir maior ventilação natural. Todos os imóveis construídos a partir de 2005 — quando a reconstrução começou —, aliás, têm por característica a eficiência energética e o reduzido consumo de água.
Outro ponto forte: o mix de classes sociais, etárias e tipologias dos imóveis. Há de pequenos estúdios para jovens a apartamentos para famílias. Além disso, 40% dos imóveis são destinados à habitação social. Quando estiver concluído, em dez anos, o bairro deverá ter de 800 a mil unidades residenciais. Hoje, são 250.
Segundo alguns moradores, contudo, há problemas relacionados ao trânsito. Apesar de ter sido pensado para privilegiar pedestres e ciclistas, os prédios já construídos têm garagens pequenas para bicicletas e duas vagas de carro por apartamento. Além disso, o plano da prefeitura para tirar o trânsito do Centro de Dunquerque inclui a construção de uma via circular que contornará toda a cidade, passando por Grand Large.
A quantidade de veículos nas ruas, como se vê, é um dos principais desafios das cidades no caminho da sustentabilidade. Semana que vem, veremos como isso pode dificultar a transformação de um bairro bem carioca num modelo sustentável.
Bairros adaptados, boa solução sustentável
Nada de se deslocar por quase 20 quilômetros, como acontece em bairros construídos do zero por falta de áreas livres no miolo das cidades. Nos projetos de remodelação, áreas subutilizadas no centro urbano ganham atributos sustentáveis: afinal, contribuem para reduzir a emissão do dióxido de carbono dos automóveis. A participação da comunidade no desenvolvimento da nova planta e a adaptação da arquitetura antiga são outras características de bairros em reconstrução.
Mas, nessa empreitada para reduzir o impacto ambiental, nem tudo são flores, aponta a arquiteta Viviane Cunha:
— Adaptar um bairro existente pode ser mais difícil do que construí-lo do zero. Há coisas mais complicadas para se fazer e leva mais tempo. Se for para derrubar tudo, por exemplo, acaba a sustentabilidade.
Gerente do projeto Mission Bay, da Prefeitura de São Francisco, Kelley Kahn discorda:
— Construir novos bairros é uma das soluções. Mas para que toda São Francisco se torne sustentável é preciso também pensar em remodelações.
MISSION BAY: Ir a pé para o trabalho, a escola, as compras. Aproveitar parques públicos para descansar e curtir a natureza. Fazer os trajetos a pé ou de bicicleta. É assim a vida em Mission Bay, São Francisco, Califórnia, desde a remodelação do bairro iniciada em 1998. Os carros já quase não fazem parte de seu universo. E todos os prédios construídos desde então seguem os preceitos exigidos pelo Green Building Council (GBC), que certifica edificações sustentáveis.
Apontado pelo governo da Califórnia como modelo de desenvolvimento sustentável, Mission Bay chegou lá graças a ampla participação da comunidade em todas as decisões: o que ainda hoje acontece em reuniões mensais, diz Kelley:
— Foram anos de discussões com a comunidade antes mesmo de iniciarmos o projeto.
O resultado foi o surgimento de um novo bairro que ganhou um grande circuito de ciclovias, além de uma linha de metrô integrando Mission Bay ao resto de São Francisco, e outra de trem interligando o bairro ao Vale do Silício. Três mil das seis mil unidades residenciais já estão prontas: 900 das quais, reservadas à habitação social. Com apenas 45% do projeto concluído (há 15 anos de renovações pela frente), o local também já conta com parques e áreas de lazer e esporte públicas e uma nova biblioteca, além de um campus da Universidade da Califórnia, que já tem sete de seus prédios prontos, inclusive um dedicado a pesquisas científicas. E estão previstos ainda, conclui Kelly, complexo hospitalar, hotel e escola pública:
— Terminado, Mission Bay será uma movimentada extensão de São Francisco.
VAUBAN: Na Alemanha, terra da Mercedes-Benz, a vida num lugar quase sem carros pode parecer inusitada. Mas é exatamente o que acontece em Vauban, a três quilômetros do centro histórico de Freiburg. Erguido, entre 1994 e 2004, em uma antiga base militar francesa, a partir de uma comissão formada por moradores das regiões vizinhas, o bairro proíbe a circulação de automóveis Na maior parte das ruas. O objetivo? Reduzir emissão de dióxido de carbono.
— A qualidade de vida é grande: ninguém sofre o impacto do tráfego — diz a moradora Heidrun Walter.
Mas nem todo mundo consegue se adaptar a esta rotina, que veta garagens em partes residenciais e parqueamento nas calçadas. Quem quiser esse bel-prazer, deve guardar o carro num dos dois estacionamentos na entrada do bairro.
— Quem quer ter seu carro em frente de casa não se adapta a Vauban e acaba deixando o bairro — continua Heidrun.
Debruçado sobre conceitos que reduzem o impacto ambiental, Vauban teve parte da arquitetura da antiga base reaproveitada como residência para estudantes e restaurantes. Nos terrenos baldios, foram erguidas casas com coletores solares e revestimentos para melhorar o conforto termoacústico. Ainda assim, um dos envolvidos na remodelação, o engenheiro Andreas Delleske, prefere não apontar Vauban como exemplo sustentável:
— Prefiro dizer que conseguimos produzir mais energia do que consumimos. Vauban é um bairro normal, talvez esteja um pouco melhor informado.
Já para a professora de engenharia da UFRJ, Ângela Maria Gabriella Rossi, Vauban é um bom exemplo de sustentabilidade urbana.
— Além de participação da comunidade e apoio do governo desde sua elaboração, o bairro tem mistura de classes e diversificação arquitetônica.
VÄSTRA HAMNEN: Malha urbana com ampla rede cicloviária, transporte a gás natural, ruas só para pedestres, sistema de armazenamento de água quente do mar durante o verão para aquecer habitações no inverno, conversão de resíduos urbanos em biogás, além de prédios planejados de acordo com a melhor orientação do sol e dos ventos. Assim é Västra Hamnen, que já conta com 4,5 mil habitantes. Quem passa pela região, situada a poucos quilômetros do Centro histórico de Malmö, na Suécia, dificilmente percebe que ali funcionava um grande estaleiro.
Tudo começou em 2001, com a exposição Bo01 — Cidades do Futuro, que apresentava uma intervenção permanente segundo os princípios sustentáveis propostos pela Prefeitura de Malmö. O evento pôs abaixo parte das edificações existentes e construiu prédios com 500 apartamentos, com coletores solares e uma bomba de aquecimento, que, com ajuda da energia gerada pelo parque eólico Lilligrund capta água e aquece as residências.
— O bairro usa 100% de energia renovável produzida no local a partir de uma variedade de fontes: solar, eólica, marítima e de um aquífero (reservatório da água natural) — explica Lotta Hansson, assistente do projeto, que, feito com a participação da comunidade, deve ser concluído em 2027.
GRAND LARGE: Bairro industrial, onde até 1987 funcionavam os estaleiros de Dunquerque, na França, Grand Large viu o movimento de trabalhadores desaparecer depois que o então presidente Jacques Chirac decidiu encerrar as atividades do local. Hoje, novo burburinho movimenta suas ruas: crianças brincando pelos parques e praças e moradores passeando de bicicleta ou a pé. Tanta diferença é resultado de um planejamento feito pela prefeitura.
A ideia é tornar sustentável toda Dunquerque — cidade reconstruída na década de 1950, depois de ter sido ocupada por nazistas entre 1940 e 1945, e que se tornou exemplo típico dos grandes centros urbanos da época, com avenidas largas e tráfego intenso. Para mudar o cenário, foi criado um plano urbanístico que visa ao crescimento para a periferia. Nesse contexto, nasceu Grand Large. De frente para o mar, estão as casas que se tornaram cartão postal da cidade. No estilo flamenco, ganharam muitas janelas e chaminé, para garantir maior ventilação natural. Todos os imóveis construídos a partir de 2005 — quando a reconstrução começou —, aliás, têm por característica a eficiência energética e o reduzido consumo de água.
Outro ponto forte: o mix de classes sociais, etárias e tipologias dos imóveis. Há de pequenos estúdios para jovens a apartamentos para famílias. Além disso, 40% dos imóveis são destinados à habitação social. Quando estiver concluído, em dez anos, o bairro deverá ter de 800 a mil unidades residenciais. Hoje, são 250.
Segundo alguns moradores, contudo, há problemas relacionados ao trânsito. Apesar de ter sido pensado para privilegiar pedestres e ciclistas, os prédios já construídos têm garagens pequenas para bicicletas e duas vagas de carro por apartamento. Além disso, o plano da prefeitura para tirar o trânsito do Centro de Dunquerque inclui a construção de uma via circular que contornará toda a cidade, passando por Grand Large.
A quantidade de veículos nas ruas, como se vê, é um dos principais desafios das cidades no caminho da sustentabilidade. Semana que vem, veremos como isso pode dificultar a transformação de um bairro bem carioca num modelo sustentável.
Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/imoveis/refazendo-tudo-de-areas-subutilizadas-surgem-bairros-sustentaveis-4821740#ixzz1u31AWT3c
4 de maio de 2012
Coluna da Lu Lacerda
Ponto de prostituição vira hotel de luxo no Rio
03/05/2012 - 15:15Está definido: tradicional ponto de prostituição carioca vai virar hotel-boutique. O Hotel Paris, na Praça Tiradentes, construído em 1902, famosíssimo local de mulheres “horizontalmente acessíveis”, monumento tombado no centro histórico do Rio, acaba de ter aprovação do IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) e vai se transformar num hotel de luxo: o Le Paris.
O projeto é grandioso: 22 quartos, restaurante no andar de baixo e um pequeno clube com bar e piscina no andar de cima. O local – em atividades eróticas, digamos assim, até março de 2011, quando foi comprado pelos irmãos franceses Jacques e François Dussol – vai ser inaugurado no começo de 2014. E uma curiosidade: três suítes poderão ser usadas para, por assim dizer, “encontros mais breves”, e ganharam os nomes de Suítes Delícias, sendo que uma delas leva assinatura dos irmãos Campana, que adoraram a ideia.
E por último: quem se casa em igrejas do Centro – as mais tradicionais da cidade carioca – precisa se arrumar em hoteis distantes (em Copacabana, Leblon, Ipanema), a partir desta data poderá dispor de suítes especiais para tais ocasiões.
21 de abril de 2012
17 de março de 2012
A importância do design - The Cool Hunter
Property Developers & City Councils Fail To Build Iconic Buildings
March 15 2012
Over the past seven years, at our creative agency, Access, we have worked with a number of residential and commercial property developers from Abu Dhabi to Sydney, helping them with development and strategy.
Yet we see so often the sad sight of yet another mediocre building going up. We see city councils approving mediocre design and we see cities looking uglier because of it. We see property developers rushing to get their building up, wanting to make a quick sale and profit, and not really caring or thinking about the aesthetics of the building.
Does the building enhance the surrounding area or make it worse? Will the building still look great 10, 15 or 20 years from now? Will it become an iconic landmark and a beloved site, or will it become a dated gimmick?
What will the resale value be down the track? Will anyone want to live in or buy property like it?
Property developers — and city councils — need to wake up and realize their influence on the cityscape and take that role seriously. This is the case not just for residential development — the same applies to office buildings, hotels and all public buildings in general.
As a developer and as a city council, do you want to be known as an organization that values and understands design and creates iconic developments? Or will you be known as the ones who created eyesores, or worse, caused a devaluation of an entire area or neighborhood?
The aesthetic of a building should be the Number One priority. There is not much point in creating and promoting beautiful interiors when the exterior tells a different story. The whole building should tell a cohesive story.
So many developers do not see the value, or even think about the aesthetics of the car park, for example. Would it hurt to splash some colour and graphic design on the concrete? Would it hurt to make the lifts and foyer more like those of a great hotel and less like a jail or a warehouse?
If a building is desirable and unique, and offers something truly beautiful, trust us, consumers WILL buy. It’s a no brainer, yet so many buildings keep going up that do the absolute minimum. They may tick off a few boxes and get the interior right, but not the rest. It’s not enough.
Every day, I am inundated with material from PR people and developers about new projects. Literally hundreds of submissions a day. So, over the past seven years, I have seen everything. And believe me, so have consumers.
Your potential buyers, the couples and the mums and dads and even grandparents are design conscious these days. The internet has opened everyone’s eyes to what is possible. People browse sites all over the globe, they learn, they engage in design. Design is no longer a closed shop. It is everyone’s.
Kids growing up now understand that design plays a crucial role in everything they consume, from the car they buy to the clothes they wear, to the headphones they listen to, to the cookware they cook, to the hotels they stay.
My advice to developers and city councils: Save yourself a lot of money, time and headache, and get it right the first time! Take design seriously now and you will be glad you did. - Bill Tikos
March 15 2012
Over the past seven years, at our creative agency, Access, we have worked with a number of residential and commercial property developers from Abu Dhabi to Sydney, helping them with development and strategy.
Yet we see so often the sad sight of yet another mediocre building going up. We see city councils approving mediocre design and we see cities looking uglier because of it. We see property developers rushing to get their building up, wanting to make a quick sale and profit, and not really caring or thinking about the aesthetics of the building.
Does the building enhance the surrounding area or make it worse? Will the building still look great 10, 15 or 20 years from now? Will it become an iconic landmark and a beloved site, or will it become a dated gimmick?
What will the resale value be down the track? Will anyone want to live in or buy property like it?
Property developers — and city councils — need to wake up and realize their influence on the cityscape and take that role seriously. This is the case not just for residential development — the same applies to office buildings, hotels and all public buildings in general.
As a developer and as a city council, do you want to be known as an organization that values and understands design and creates iconic developments? Or will you be known as the ones who created eyesores, or worse, caused a devaluation of an entire area or neighborhood?
The aesthetic of a building should be the Number One priority. There is not much point in creating and promoting beautiful interiors when the exterior tells a different story. The whole building should tell a cohesive story.
So many developers do not see the value, or even think about the aesthetics of the car park, for example. Would it hurt to splash some colour and graphic design on the concrete? Would it hurt to make the lifts and foyer more like those of a great hotel and less like a jail or a warehouse?
What amenities does the building provide? Is there a café, a library, a car wash? Engage us and wow us to the point that we cannot wait to sign on the bottom line! Excite us enough that when you go to market, so much buzz has been created that the units sell in 24 hours and at the price you asked for.
If a building is desirable and unique, and offers something truly beautiful, trust us, consumers WILL buy. It’s a no brainer, yet so many buildings keep going up that do the absolute minimum. They may tick off a few boxes and get the interior right, but not the rest. It’s not enough.
Every day, I am inundated with material from PR people and developers about new projects. Literally hundreds of submissions a day. So, over the past seven years, I have seen everything. And believe me, so have consumers.
Your potential buyers, the couples and the mums and dads and even grandparents are design conscious these days. The internet has opened everyone’s eyes to what is possible. People browse sites all over the globe, they learn, they engage in design. Design is no longer a closed shop. It is everyone’s.
Kids growing up now understand that design plays a crucial role in everything they consume, from the car they buy to the clothes they wear, to the headphones they listen to, to the cookware they cook, to the hotels they stay.
My advice to developers and city councils: Save yourself a lot of money, time and headache, and get it right the first time! Take design seriously now and you will be glad you did. - Bill Tikos
16 de março de 2012
Arq. Futuro chega ao Rio com Zaha Hadid e Shigeru Ban
Um evento importante para a arquitetura, importante para o urbanismo, importante para o Rio.
Clica aí, pra você ficar por dentro:
Arq. Futuro chega ao Rio com Zaha Hadid e Shigeru Ban
Clica aí, pra você ficar por dentro:
Arq. Futuro chega ao Rio com Zaha Hadid e Shigeru Ban
14 de março de 2012
Nova loja em Niterói
No ramo de móveis há 15 anos, Marlos Fontes e Adriana Terra abrem amanhã a loja-galeria OVOO. Ocupará uma casa de 600 metros quadrados e três pavimentos em São Francisco, Niterói. Terá móveis, luminárias e objetos de duas dezenas e meia de designers brasileiros. Marlos e Adriana já são donos de uma franquia da Saccaro, no CasaShopping. “Queríamos ousar e aproveitamos este momento, no qual o design brasileiro está explodindo”, diz Fontes.
O casal investiu R$ 2 milhões no espaço e espera faturar R$ 400 mil por mês. Eles são curadores da loja e vão assessorar clientes na escolha das peças. A OVOO terá 300 produtos no showroom e mais de 600 no catálogo. Há objetos da marca EM2 Design, como a luminária Chan Chan. A loja também venderá clássicos como a poltrona Chifruda, de Sergio Rodrigues. Foi a partir de uma conversa com o arquiteto e designer, aliás, que surgiu o nome OVOO. “Ele contou que, quando jovem, costumava se imaginar voando enquanto estava criando. Sempre teve fixação por voar. Gostamos do conceito de voo e aproveitamos para o nome da loja”, diz Marlos.
Fonte: O Globo/ Economia/ Coluna Negócios & cia/ Fotos de divulgação
13 de março de 2012
Vale a pena reformar o apartamento, viu?
Closets bem feitos podem valorizar até 5% os imóveis na hora da venda
Saiba o que faz um armário ser prático e funcional
O Globo
Publicado:
Atualizado:
Afinal, ter um closet pensado para as suas necessidades é, sem dúvida, uma ótima solução. Mas e na hora de alugar ou vender esse imóvel? O closet não desvalorizaria o apartamento? A resposta é, quase sempre, não. Mas é preciso pensar não somente na sua necessidade e planejar bem esse espaço. É comum, por exemplo, em apartamentos antigos e amplos, de quatro quartos, fazer obras que transformem o imóvel em três quartos para ampliação dos quartos e a inclusão de closets.
— Não necessariamente esse tipo de obra vai desvalorizar o imóvel. Mas o ideal, em casos assim, é fazer a obra de uma maneira que ela possa ser revertida facilmente — alerta o corretor Marx Maranhão, que é supervisor de vendas da Brasil Brokers Ética.
Mas, em casos menos radicais, esse tipo de móvel planejado pode valorizar o imóvel em até 5%. Até porque, como lembra Maranhão, é muito difícil encontrar mão de obra no mercado para esse tipo de serviço. Então, em alguns casos, é possível até alcançar valores acima do mercado.
— Qualquer benefício valoriza o imóvel. Se há três imóveis parecidos no mercado e apenas um tem closet ou outros benefícios, ele certamente vai ser vendido mais rapidamente — assegura o corretor.
Edison Parente, diretor da imobiliária Renascença, especializada em locação, diz que para aluguel a liquidez é ainda maior.
— Para um imóvel ser alugado com rapidez, é importante oferecer o "kit locação": armários, box blindex, esquadrias de alumínio. Se tiver só o closet, a valorização do aluguel pode chegar a 15%.
Mas, como, afinal, é um bom closet? O que deve ter? Para a personal organizer Luciana Teixeira, um bom closet deve ter espaço, ser bem planejado e iluminado (se possível, com lâmpadas direcionadas) e, de preferência, branco, pois a cor dá aparência de limpeza e deixa o ambiente mais leve.
— A área mínima possível é de quatro metros quadrados, com uma circulação de pelo menos 80 centímetros. Mas, vale ressaltar, um closet ideal teria pelo menos seis metros quadrados. Sempre que possível, é bom prever um lugar para sentar. É um conforto na hora de colocar sapatos, ou mesmo bater uma papinho com uma amiga enquanto se arruma. E existem pufes lindos que dão muito charme a esse ambiente — ressalta Luciana.
12 de março de 2012
Prosa&Verso - O Globo - 10/03/2012
Design e subsistência, Cynthia E. Smith
A designer americana Cynthia E. Smith é uma das convidadas da sétima edição dos Seminários Internacionais Museu Vale, evento que acontecerá entre os dias 14 e 18 de março no Museu Vale, em Vila Velha (ES). Sob o tema “Se essa rua fosse minha... sobre desejos e cidades”, o ciclo — co-organizado por Fernando Pessoa, professor da Universidade Federal do Espírito Santo, com Ronaldo Barbosa, diretor da instituição — reunirá especialistas de diversas áreas para refletir sobre a ocupação do espaço urbano. Roberto DaMatta, Robert Pechman, Eliana Kuster, Sérgio Ferraz Magalhães, Ana Luisa Almeida, Jorge Mario Jáuregui, Paul Ardenne, Shirley Paes Leme, Argus Caruso Saturnino, Átila Roque, Heloisa Buarque de Hollanda e Amir Haddad completam o elenco de palestrantes. Mais informações no site do seminário.
*Por Cynthia E. Smith
Estava no meu terceiro litro de água; coberta de terra e areia, caminhando ao vento, perto do maior lixão de Dacar, Senegal. Acabava de ver os trabalhos de uma equipe de alunos de arquitetura senegaleses e canadenses, que haviam projetado e construído, junto com artesãos locais, uma série de poços comunitários revestidos de mosaico para o assentamento periurbano de Malika, que não parava de crescer. Levamos uma hora para voltar até o centro da cidade, passando por vários prédios em construção, característica emblemática dessa cidade de crescimento acelerado.
Seria minha última entrevista depois de um ano de pesquisa de campo em quinze cidades na Ásia, África e América Latina. “O que descobriu em suas viagens?”, perguntou Oumar Cissé, diretor executivo do Instituto Africano para Gestão Urbana. Eu tinha descoberto que as soluções híbridas unindo a cidade formal e a informal eram as mais inovadoras. Oumar afirmou: “Os mecanismos formais não são o que há de mais adequado para tratar dessa informalidade cada vez mais rápida na cidade. Não conseguimos disponibilizar os serviços com a mesma velocidade do crescimento. Devemos encontrar um processo que seja mais apropriado para esta nova realidade criando uma interface entre o formal e o informal”.
Participação da população muda dinâmica dos projetos
Em 2007, a primeira exposição na série de Cooper-Hewitt sobre projetos humanitários, “Design for the other 90%” (Projeto para os outros 90%), ajudou a abrir um diálogo internacional sobre como o design poderia melhorar a vida das comunidades pobres e marginalizadas pelo mundo afora. Os projetistas profissionais sempre se concentraram nos 10% da população mundial que podem arcar com os custos de bens e serviços, mas isso mudou de forma drástica no atual milênio. Essa nova onda de projetistas, arquitetos, engenheiros, ONGs e filantropos está trabalhando diretamente com gente de poucos recursos, colaborando em conjunto com diversos setores para encontrar boas soluções e utilizando tecnologias que ajudam as comunidades mais pobres a darem o salto para o século XXI. Eles estão provando que o design pode desempenhar um papel significativo na solução dos problemas mais críticos do mundo.
Pela primeira vez na História, a quantidade de gente que mora em cidades está maior do que em áreas não urbanas. Essa migração em massa para assentamentos informais e insalubres, e já superpopulosos, é o principal desafio deste século, indo além da capacidade que muitas instituições locais teriam para tratar dessas questões. A exposição “Design with the other 90%: CITIES” (Projeto com os outros 90%: CIDADES) foi concebida para ampliar as trocas de conhecimento entre as populações que moram em cidades de grande crescimento e arquitetos, engenheiros, projetistas, planejadores, legisladores e diversas organizações, tanto as não governamentais quanto as de fomento, para gerar cidades mais saudáveis e inclusivas. É fundamental colocar o povo no centro da solução para que possamos perceber melhor como enfrentar esse desafio. A participação de favelados e da população pobre residente nas áreas urbanas está mudando a dinâmica desses projetos em todos os níveis.
Cidades migratórias, uma mudança histórica
Pelo mundo afora, quase um bilhão de pessoas moram em assentamentos informais, normalmente chamados de favelas. As projeções mostram que esse número vai duplicar até 2030. Grande parte do crescimento acontecerá em países emergentes em desenvolvimento no Hemisfério Sul, num mundo cada vez mais assolado pela mudança climática. Essa migração urbana em massa sinaliza uma mudança histórica em nossa civilização. Na América Latina, perto de 80% da população mora em áreas urbanas e, no Brasil, 90% moram em cidades.
Quando chegar o ano de 2030, todos os países em desenvolvimento terão mais gente morando em cidades do que em vilarejos rurais. Estima-se que a quantidade de favelas espalhadas pelo mundo chegue a 200 mil em condições de grande adensamento. A cada dia que passa, cerca de 200 mil pessoas chegam às cidades, atraídas pela possibilidade de conseguir trabalho, maior mobilidade e liberdade social, e uma vida melhor para suas famílias. Esses migrantes constroem suas casas com materiais descartados por outrem, normalmente em espaços precários.
A urbanização é tida por algumas pessoas como o problema; paradoxalmente, ela pode ser a solução, pois é capaz de propiciar “caminhos para sair da miséria” e oportunidades de um futuro melhor. Em vez de atrapalhar, ignorar ou negligenciar os pobres, as cidades devem se capacitar, atraindo todos os segmentos em prol da melhoria da vida de seus habitantes. O design está dando forma a ideias geradas em parceria com todas as partes interessadas.
Para aqueles que ainda estiverem morando ou migrando para esses assentamentos precários nas próximas décadas, serão necessárias medidas inovadoras capazes de assegurar posse da terra, serviços básicos e subsistência.
Tudo isso vai exigir a criação de novos sistemas que compartilhem modelos bem-sucedidos, adaptados à cultura local e ao próprio lugar; capacidade de escalonamento para que possam ser implementados de formas amplas; ajuda às autoridades locais para a melhoria da infraestrutura; a redefinição do que constitui uma cidade sustentável, inclusiva, competitiva, de categoria mundial; o preparo para uma atividade climática cada vez maior; e o desenvolvimento de uma “rede de conhecimentos em prol da infraestrutura urbana”.
Por um mundo urbano mais justo e mais humano
As economias dos países estão ligadas às cidades. É forçoso estabelecer cidades prósperas e sustentáveis tanto no Norte global quanto no Sul global durante esse período de migração urbana, mudança climática e expansão econômica. Precisamos mostrar à nova geração de profissionais da área como projetar em prol de um uso misto, com densidade e inclusão social, através da coabitação de renda mista, de investimentos de longo prazo em transporte público multimodal e de abordagens regionais colaborativas. Podemos aprender diretamente com as economias emergentes a melhor maneira de criar soluções inovadoras a partir de recursos limitados e exigências ambientais desafiadoras.
Precisamos planejar em prol de uma mudança transformadora, incluir o povo no planejamento e preparar a população para a complexidade urbana. Para tanto, precisaremos de um projeto urbano mais inclusivo; de políticas econômicas e ambientais responsáveis; da formação de novas instituições; de uma governança transparente; de mais equidade e melhor segurança; e de uma reforma agrária para um mundo urbano mais justo e mais humano.
* Cynthia E. Smith é curadora de design socialmente responsável, Smithsonian’s Cooper-Hewitt/ National Design Museum
Trechos do ensaio extraído do livro “Design with the Other 90%: CITIES”, publicado pelo National Design Museum Cooper-Hewitt, do Instituto Smithsonian, Nova York. © 2011, Instituto Smithsonian. Todos os direitos reservados.
7 de março de 2012
Parque Olímpico 2016 - Rio de Janeiro
O escritório londrino Aecom venceu a disputa do concurso internacional para o Plano Geral Urbanístico do Parque Olímpico, que vai ser construído no Rio de Janeiro para 2016.
O Parque Olímpico é considerado pelo comitê organizador como o coração dos Jogos de 2016. Com área superior a um milhão de metros quadrados, o local vai receber disputas de 15 modalidades olímpicas e 11 paraolímpicas.
O Parque Olímpico é considerado pelo comitê organizador como o coração dos Jogos de 2016. Com área superior a um milhão de metros quadrados, o local vai receber disputas de 15 modalidades olímpicas e 11 paraolímpicas.
Primeiro lugar – arquiteto responsável Bill Hanway - (Aecom do Brasil) - Inglaterra
Segundo lugar – arquiteto responsável Ron Turner – Califórnia - EUA
Terceiro lugar – arquiteto responsável Tomás Almeida Fernandes Salgado - Portugal
Menção Honrosa – arquiteto responsável Camilo Cortesão – Portugal
Menção Honrosa – arquiteto responsável James Grose – Austrália
Menção Honrosa – arquiteto responsável Jorge Geronimo Del Castilho – Brasil – São Paulo
29 de fevereiro de 2012
The Cool Hunter - Lego Kitchen
Lego Kitchen
It seems that quite a few things will benefit from a Scandinavian touch. Munchausen, a duo formed by Parisian designers Simon Pillard and Philippe Rosetti, took a bold approach with their own kitchen by venturing to IKEA for the basic kitchen island and then spending the next week covering it with more than 20,000 pieces by another Scandinavian brand, Lego
The result is a one-of-a-kind creation that serves as an artistic centerpiece for the space, in addition to functioning as a kitchen counter. Pillard, who works with fashion house JC de Castelbajac, and Rosetti who works with Hugo Boss France Identity, formed Munchhausen in 2004.
Images - Hrvoje Goluza for Maison Française
It seems that quite a few things will benefit from a Scandinavian touch. Munchausen, a duo formed by Parisian designers Simon Pillard and Philippe Rosetti, took a bold approach with their own kitchen by venturing to IKEA for the basic kitchen island and then spending the next week covering it with more than 20,000 pieces by another Scandinavian brand, Lego
The result is a one-of-a-kind creation that serves as an artistic centerpiece for the space, in addition to functioning as a kitchen counter. Pillard, who works with fashion house JC de Castelbajac, and Rosetti who works with Hugo Boss France Identity, formed Munchhausen in 2004.
The two have recently contributed a collection of T-shirts, cushions, wallpaper and accessories for the new French label Commune de Paris, 1871. Munchhausen was one of three initial contributors for Commune de Paris, 187. The other two were Julien Langendorff and David Herman Dune. - Tuija Seipell.
28 de fevereiro de 2012
Nem tudo é o que parece
Casas e apartamentos de Nova York revelam cômodos secretos, muitas vezes, de forma inesperada
Em uma casa da cidade à venda em Greenwich Village, que funcionava como um bar clandestino na década de 1930, havia uma porta falsa no segundo andar que levava à saída de incêndio e ao quintal vizinho - passagem muito útil quando o local era invadido por agentes de fiscalização. Por outros motivos, esses ambientes secretos podem ter sido erguidos, passando por lembranças de uma época em que os códigos de construção eram menos rigorosos para fins específicos, como esconder a prata da família.
Na opinião de SJ Rozan, arquiteto de Nova York e autor de vários romances policiais, esses detalhes escondidos são especialmente apreciados pelos nova-iorquinos.
- Nesta cidade, todo mundo é um crítico de arquitetura - , diz Rozan - E então um segredo sobre um edifício pode ficar escondido pelos novaiorquinos.
Quando uma propriedade desse tipo entra no mercado, os detalhes ocultos se tornam parte do discurso de vendas.
© 1996 - 2012. Todos direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A.
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