20 de março de 2012

Quartos de criança e para a criança

Antigamente antes de ser mãe, sempre que um cliente me pedia um quarto de bebê ou criança que durasse até a adolescência...eu concordava na hora!
Claro! Pra que ficar gastando com mudança de marcenaria, etc...
Hoje penso completamente diferente...
O quarto é para a criança e tem que ter cara de criança!
Gente, a criança curte muito! E vai curtir por muitos anos! Com certeza pelo menos até os 10 anos...
Então se você gostar e puder, vai por mim, faz um quarto pro seu filho brincar, soltar a imaginação...

Se eu fosse fazer o quarto da minha filha hoje, eu faria algo assim:








17 de março de 2012

A importância do design - The Cool Hunter

Property Developers & City Councils Fail To Build Iconic Buildings
March 15 2012





Over the past seven years, at our creative agency, Access, we have worked with a number of residential and commercial property developers from Abu Dhabi to Sydney, helping them with development and strategy.



Yet we see so often the sad sight of yet another mediocre building going up. We see city councils approving mediocre design and we see cities looking uglier because of it. We see property developers rushing to get their building up, wanting to make a quick sale and profit, and not really caring or thinking about the aesthetics of the building.


Does the building enhance the surrounding area or make it worse? Will the building still look great 10, 15 or 20 years from now? Will it become an iconic landmark and a beloved site, or will it become a dated gimmick?


What will the resale value be down the track? Will anyone want to live in or buy property like it?
Property developers — and city councils — need to wake up and realize their influence on the cityscape and take that role seriously. This is the case not just for residential development — the same applies to office buildings, hotels and all public buildings in general.



As a developer and as a city council, do you want to be known as an organization that values and understands design and creates iconic developments? Or will you be known as the ones who created eyesores, or worse, caused a devaluation of an entire area or neighborhood?



The aesthetic of a building should be the Number One priority. There is not much point in creating and promoting beautiful interiors when the exterior tells a different story. The whole building should tell a cohesive story.

So many developers do not see the value, or even think about the aesthetics of the car park, for example. Would it hurt to splash some colour and graphic design on the concrete? Would it hurt to make the lifts and foyer more like those of a great hotel and less like a jail or a warehouse?


What amenities does the building provide? Is there a café, a library, a car wash? Engage us and wow us to the point that we cannot wait to sign on the bottom line! Excite us enough that when you go to market, so much buzz has been created that the units sell in 24 hours and at the price you asked for.


If a building is desirable and unique, and offers something truly beautiful, trust us, consumers WILL buy. It’s a no brainer, yet so many buildings keep going up that do the absolute minimum. They may tick off a few boxes and get the interior right, but not the rest. It’s not enough.
Every day, I am inundated with material from PR people and developers about new projects. Literally hundreds of submissions a day. So, over the past seven years, I have seen everything. And believe me, so have consumers.



Your potential buyers, the couples and the mums and dads and even grandparents are design conscious these days. The internet has opened everyone’s eyes to what is possible. People browse sites all over the globe, they learn, they engage in design. Design is no longer a closed shop. It is everyone’s.



Kids growing up now understand that design plays a crucial role in everything they consume, from the car they buy to the clothes they wear, to the headphones they listen to, to the cookware they cook, to the hotels they stay.
My advice to developers and city councils: Save yourself a lot of money, time and headache, and get it right the first time! Take design seriously now and you will be glad you did. - Bill Tikos

16 de março de 2012

Arq. Futuro chega ao Rio com Zaha Hadid e Shigeru Ban

Um evento importante para a arquitetura, importante para o urbanismo, importante para o Rio.

Clica aí, pra você ficar por dentro:
Arq. Futuro chega ao Rio com Zaha Hadid e Shigeru Ban

15 de março de 2012

Os bastidores de uma produção

Quando uma obra termina, normalmente (se o cliente quiser, é claro) eu preparo uma produção, para deixar tudo arrumado e  lindo.
Garimpo objetos e  móveis que ainda faltam em lojas que adoro.
Compro flores...
Levo tudo de manhã bem cedo pra casa do cliente, peço para ele sair de casa...
E iniciamos nossa produção.


No começo está tudo assim:



Caixas para todos os lados...


Essa árvore de Natal eu já tinha montado dias antes...




Aos poucos as coisas vão indo para o seu lugar...
o lugar que eu idealizei quando vi a peça lá na loja ...
  




E no final do dia, fica assim:






Não ficou lindo?

14 de março de 2012

Nova loja em Niterói

No ramo de móveis há 15 anos, Marlos Fontes e Adriana Terra abrem amanhã a loja-galeria OVOO. Ocupará uma casa de 600 metros quadrados e três pavimentos em São Francisco, Niterói. Terá móveis, luminárias e objetos de duas dezenas e meia de designers brasileiros. Marlos e Adriana já são donos de uma franquia da Saccaro, no CasaShopping. “Queríamos ousar e aproveitamos este momento, no qual o design brasileiro está explodindo”, diz Fontes.
O casal investiu R$ 2 milhões no espaço e espera faturar R$ 400 mil por mês. Eles são curadores da loja e vão assessorar clientes na escolha das peças. A OVOO terá 300 produtos no showroom e mais de 600 no catálogo. Há objetos da marca EM2 Design, como a luminária Chan Chan. A loja também venderá clássicos como a poltrona Chifruda, de  Sergio Rodrigues. Foi a partir de uma conversa com o arquiteto e designer, aliás, que surgiu o nome OVOO. “Ele contou que, quando jovem, costumava se  imaginar voando enquanto estava criando. Sempre teve fixação por voar. Gostamos do conceito de voo e aproveitamos para o nome da loja”, diz Marlos.

Fonte: O Globo/ Economia/ Coluna Negócios & cia/ Fotos de divulgação

13 de março de 2012

Vale a pena reformar o apartamento, viu?

Closets bem feitos podem valorizar até 5% os imóveis na hora da venda

Saiba o que faz um armário ser prático e funcional

O Globo
Publicado:
Atualizado:

Para sapatos, o ideal são prateleiras deslizantes e vãos de 15 centímetros. Os pares não devem ser empilhados
Foto: Divulgação/ Atitude Caprichosa
Para sapatos, o ideal são prateleiras deslizantes e vãos de 15 centímetros. Os pares não devem ser empilhados Divulgação/ Atitude Caprichosa 
 
RIO - Escolher o imóvel para comprar já não é tarefa fácil. E esse é, muitas vezes, apenas o primeiro passo. Depois da compra, ainda é preciso definir as obras que serão feitas, o mobiliário, a decoração e uma série de detalhes. Quem opta por comprar um apartamento limpo, então, sem nenhum armário planejado ainda precisa decidir: fazer ou não closets? Eis a questão!
Afinal, ter um closet pensado para as suas necessidades é, sem dúvida, uma ótima solução. Mas e na hora de alugar ou vender esse imóvel? O closet não desvalorizaria o apartamento? A resposta é, quase sempre, não. Mas é preciso pensar não somente na sua necessidade e planejar bem esse espaço. É comum, por exemplo, em apartamentos antigos e amplos, de quatro quartos, fazer obras que transformem o imóvel em três quartos para ampliação dos quartos e a inclusão de closets.
— Não necessariamente esse tipo de obra vai desvalorizar o imóvel. Mas o ideal, em casos assim, é fazer a obra de uma maneira que ela possa ser revertida facilmente — alerta o corretor Marx Maranhão, que é supervisor de vendas da Brasil Brokers Ética.
Mas, em casos menos radicais, esse tipo de móvel planejado pode valorizar o imóvel em até 5%. Até porque, como lembra Maranhão, é muito difícil encontrar mão de obra no mercado para esse tipo de serviço. Então, em alguns casos, é possível até alcançar valores acima do mercado.
— Qualquer benefício valoriza o imóvel. Se há três imóveis parecidos no mercado e apenas um tem closet ou outros benefícios, ele certamente vai ser vendido mais rapidamente — assegura o corretor.
Edison Parente, diretor da imobiliária Renascença, especializada em locação, diz que para aluguel a liquidez é ainda maior.
— Para um imóvel ser alugado com rapidez, é importante oferecer o "kit locação": armários, box blindex, esquadrias de alumínio. Se tiver só o closet, a valorização do aluguel pode chegar a 15%.
Mas, como, afinal, é um bom closet? O que deve ter? Para a personal organizer Luciana Teixeira, um bom closet deve ter espaço, ser bem planejado e iluminado (se possível, com lâmpadas direcionadas) e, de preferência, branco, pois a cor dá aparência de limpeza e deixa o ambiente mais leve.
— A área mínima possível é de quatro metros quadrados, com uma circulação de pelo menos 80 centímetros. Mas, vale ressaltar, um closet ideal teria pelo menos seis metros quadrados. Sempre que possível, é bom prever um lugar para sentar. É um conforto na hora de colocar sapatos, ou mesmo bater uma papinho com uma amiga enquanto se arruma. E existem pufes lindos que dão muito charme a esse ambiente — ressalta Luciana.

12 de março de 2012

Prosa&Verso - O Globo - 10/03/2012

Design e subsistência, Cynthia E. Smith


A designer americana Cynthia E. Smith é uma das convidadas da sétima edição dos Seminários Internacionais Museu Vale, evento que acontecerá entre os dias 14 e 18 de março no Museu Vale, em Vila Velha (ES). Sob o tema “Se essa rua fosse minha... sobre desejos e cidades”, o ciclo — co-organizado por Fernando Pessoa, professor da Universidade Federal do Espírito Santo, com Ronaldo Barbosa, diretor da instituição — reunirá especialistas de diversas áreas para refletir sobre a ocupação do espaço urbano. Roberto DaMatta, Robert Pechman, Eliana Kuster, Sérgio Ferraz Magalhães, Ana Luisa Almeida, Jorge Mario Jáuregui, Paul Ardenne, Shirley Paes Leme, Argus Caruso Saturnino, Átila Roque, Heloisa Buarque de Hollanda e Amir Haddad completam o elenco de palestrantes. Mais informações no site do seminário.


*Por Cynthia E. Smith 


Estava no meu terceiro litro de água; coberta de terra e areia, caminhando ao vento, perto do maior lixão de Dacar, Senegal. Acabava de ver os trabalhos de uma equipe de alunos de arquitetura senegaleses e canadenses, que haviam projetado e construído, junto com artesãos locais, uma série de poços comunitários revestidos de mosaico para o assentamento periurbano de Malika, que não parava de crescer. Levamos uma hora para voltar até o centro da cidade, passando por vários prédios em construção, característica emblemática dessa cidade de crescimento acelerado.
Seria minha última entrevista depois de um ano de pesquisa de campo em quinze cidades na Ásia, África e América Latina. “O que descobriu em suas viagens?”, perguntou Oumar Cissé, diretor executivo do Instituto Africano para Gestão Urbana. Eu tinha descoberto que as soluções híbridas unindo a cidade formal e a informal eram as mais inovadoras. Oumar afirmou: “Os mecanismos formais não são o que há de mais adequado para tratar dessa informalidade cada vez mais rápida na cidade. Não conseguimos disponibilizar os serviços com a mesma velocidade do crescimento. Devemos encontrar um processo que seja mais apropriado para esta nova realidade criando uma interface entre o formal e o informal”.

Participação da população muda dinâmica dos projetos

Em 2007, a primeira exposição na série de Cooper-Hewitt sobre projetos humanitários, “Design for the other 90%” (Projeto para os outros 90%), ajudou a abrir um diálogo internacional sobre como o design poderia melhorar a vida das comunidades pobres e marginalizadas pelo mundo afora. Os projetistas profissionais sempre se concentraram nos 10% da população mundial que podem arcar com os custos de bens e serviços, mas isso mudou de forma drástica no atual milênio. Essa nova onda de projetistas, arquitetos, engenheiros, ONGs e filantropos está trabalhando diretamente com gente de poucos recursos, colaborando em conjunto com diversos setores para encontrar boas soluções e utilizando tecnologias que ajudam as comunidades mais pobres a darem o salto para o século XXI. Eles estão provando que o design pode desempenhar um papel significativo na solução dos problemas mais críticos do mundo.

Pela primeira vez na História, a quantidade de gente que mora em cidades está maior do que em áreas não urbanas. Essa migração em massa para assentamentos informais e insalubres, e já superpopulosos, é o principal desafio deste século, indo além da capacidade que muitas instituições locais teriam para tratar dessas questões. A exposição “Design with the other 90%: CITIES” (Projeto com os outros 90%: CIDADES) foi concebida para ampliar as trocas de conhecimento entre as populações que moram em cidades de grande crescimento e arquitetos, engenheiros, projetistas, planejadores, legisladores e diversas organizações, tanto as não governamentais quanto as de fomento, para gerar cidades mais saudáveis e inclusivas. É fundamental colocar o povo no centro da solução para que possamos perceber melhor como enfrentar esse desafio. A participação de favelados e da população pobre residente nas áreas urbanas está mudando a dinâmica desses projetos em todos os níveis.

Cidades migratórias, uma mudança histórica

Pelo mundo afora, quase um bilhão de pessoas moram em assentamentos informais, normalmente chamados de favelas. As projeções mostram que esse número vai duplicar até 2030. Grande parte do crescimento acontecerá em países emergentes em desenvolvimento no Hemisfério Sul, num mundo cada vez mais assolado pela mudança climática. Essa migração urbana em massa sinaliza uma mudança histórica em nossa civilização. Na América Latina, perto de 80% da população mora em áreas urbanas e, no Brasil, 90% moram em cidades.

Quando chegar o ano de 2030, todos os países em desenvolvimento terão mais gente morando em cidades do que em vilarejos rurais. Estima-se que a quantidade de favelas espalhadas pelo mundo chegue a 200 mil em condições de grande adensamento. A cada dia que passa, cerca de 200 mil pessoas chegam às cidades, atraídas pela possibilidade de conseguir trabalho, maior mobilidade e liberdade social, e uma vida melhor para suas famílias. Esses migrantes constroem suas casas com materiais descartados por outrem, normalmente em espaços precários.
A urbanização é tida por algumas pessoas como o problema; paradoxalmente, ela pode ser a solução, pois é capaz de propiciar “caminhos para sair da miséria” e oportunidades de um futuro melhor. Em vez de atrapalhar, ignorar ou negligenciar os pobres, as cidades devem se capacitar, atraindo todos os segmentos em prol da melhoria da vida de seus habitantes. O design está dando forma a ideias geradas em parceria com todas as partes interessadas.
Para aqueles que ainda estiverem morando ou migrando para esses assentamentos precários nas próximas décadas, serão necessárias medidas inovadoras capazes de assegurar posse da terra, serviços básicos e subsistência.

Tudo isso vai exigir a criação de novos sistemas que compartilhem modelos bem-sucedidos, adaptados à cultura local e ao próprio lugar; capacidade de escalonamento para que possam ser implementados de formas amplas; ajuda às autoridades locais para a melhoria da infraestrutura; a redefinição do que constitui uma cidade sustentável, inclusiva, competitiva, de categoria mundial; o preparo para uma atividade climática cada vez maior; e o desenvolvimento de uma “rede de conhecimentos em prol da infraestrutura urbana”.

Por um mundo urbano mais justo e mais humano


As economias dos países estão ligadas às cidades. É forçoso estabelecer cidades prósperas e sustentáveis tanto no Norte global quanto no Sul global durante esse período de migração urbana, mudança climática e expansão econômica. Precisamos mostrar à nova geração de profissionais da área como projetar em prol de um uso misto, com densidade e inclusão social, através da coabitação de renda mista, de investimentos de longo prazo em transporte público multimodal e de abordagens regionais colaborativas. Podemos aprender diretamente com as economias emergentes a melhor maneira de criar soluções inovadoras a partir de recursos limitados e exigências ambientais desafiadoras.

Precisamos planejar em prol de uma mudança transformadora, incluir o povo no planejamento e preparar a população para a complexidade urbana. Para tanto, precisaremos de um projeto urbano mais inclusivo; de políticas econômicas e ambientais responsáveis; da formação de novas instituições; de uma governança transparente; de mais equidade e melhor segurança; e de uma reforma agrária para um mundo urbano mais justo e mais humano.

 
* Cynthia E. Smith é curadora de design socialmente responsável, Smithsonian’s Cooper-Hewitt/ National Design Museum

Trechos do ensaio extraído do livro “Design with the Other 90%: CITIES”, publicado pelo National Design Museum Cooper-Hewitt, do Instituto Smithsonian, Nova York. © 2011, Instituto Smithsonian. Todos os direitos reservados.

8 de março de 2012

Lego - muito legal, vocês conhecem?

A Lego tem uma série chamada: Architecture.
São edificações importantes de vários lugares do mundo.

Olha só:
Fallingwater house (casa da cascata) - casa ícone da arquitetura moderna, projeto de Frank Lloyd Wright, construída entre 1936 e 1939. 
A série da Lego, teve início com essa casa. Belo começo...


Empire State Building


Brandenburg Gate


Opera de Sydney


Casa Branca


Farnsworth House - projeto de Mies van der Rohe, construído entre 1945 e 1951.


Guggenheim Museum


E ainda tem mais, se quiser conhecer, clica aí:  http://architecture.lego.com/en-us/products/

7 de março de 2012

Playmobil Maravilhosa Cidade :: Infantil :: Guia Rio Show :: O Globo

Playmobil Maravilhosa Cidade :: Infantil :: Guia Rio Show :: O Globo

Parque Olímpico 2016 - Rio de Janeiro

O escritório londrino Aecom venceu a disputa do concurso internacional para o Plano Geral Urbanístico do Parque Olímpico, que vai ser construído no Rio de Janeiro para 2016.
O Parque Olímpico é considerado pelo comitê organizador como o coração dos Jogos de 2016. Com área superior a um milhão de metros quadrados, o local vai receber disputas de 15 modalidades olímpicas e 11 paraolímpicas.


Primeiro lugar  – arquiteto responsável   Bill Hanway - (Aecom do Brasil) -  Inglaterra
  

Segundo lugar –  arquiteto responsável Ron Turner –   Califórnia - EUA


Terceiro lugar  –  arquiteto responsável  Tomás Almeida Fernandes Salgado - Portugal
  

Menção Honrosa – arquiteto responsável Camilo Cortesão – Portugal
  

Menção Honrosa – arquiteto responsável James Grose – Austrália
   

Menção Honrosa – arquiteto responsável Jorge Geronimo Del Castilho – Brasil   – São Paulo

6 de março de 2012

No Hélio Oiticica

Charles Chaplin, das telas para o museu

Depois de passar por Suíça e França, a primeira grande mostra sobre o ícone do cinema mudo chega ao Rio

 

O Globo

Catharina Wrede
Publicado:
Atualizado:


Foto em cartaz na mostra, que inaugura nesta segunda-feira, no CaHo
Foto: Divulgação

Foto em cartaz na mostra, que inaugura nesta segunda-feira, no CaHo Divulgação
RIO - Com o triunfo cinematográfico do filme francês "O artista", de Michel Hazanavicius, uma nostálgica onda em preto e branco parece ter tomado conta do momento. O charme silencioso do cinema mudo caiu, novamente, nas graças do público, e não é de se espantar que um dos ícones do gênero, Charles Chaplin, seja tema de uma grande exposição — a maior já feita no mundo sobre ele, e que chega amanhã ao Rio, onde será inaugurada, às 18h, no Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica.— De fato, há uma retomada desse tema, mas, no caso desta exposição, não é uma questão de nostalgia. Não para mim — diz o curador francês Sam Stourdzé, diretor do Musée de l’Elysée, em Lausanne, na Suíça. — Realmente acredito que Chaplin pode ser muito moderno e até contemporâneo. O que ele fez continua muito atual. Seu envolvimento na política, como em "O grande ditador" (de 1940), ou sua abordagem da relação entre homem e máquina, em "Tempos modernos" (1936), são exemplos disso.

Três anos de pesquisa
"Chaplin e sua imagem" é a primeira grande mostra concebida a partir dos arquivos da família Chaplin, que cedeu um raro e vasto material a Stourdzé. Durante três anos (de 2006 a 2009), ele mergulhou em dez mil imagens e documentos do artista para uma pesquisa apurada.
— O conceito da exposição não é biográfico, e sim temátio. Quis criar um diálogo entre as fotografias de arquivo e os filmes, e, neste sentido, minha ideia foi mostrar a construção de cada filme e o que acontecia por trás deles.
Dividida em quatro grandes temas ("A criação de Carlitos", "Chaplin como cineasta", "Da fama ao exílio", e "Fala Chaplin, morre Carlitos"), a mostra já passou, além do Musée de l’Elysée, por outras instituições na Europa, como o Jeu de Paume, em Paris, e foi, em novembro do ano passado, para o Instituto Tomie Ohtake, em São Paulo — em sua primeira incursão pela América Latina.

"A criação de Carlitos" traz fotografias e trechos de filmes que reconstroem a imagem do principal personagem de Chaplin, e é possível notar que, em sua primeira exibição na tela, em 1914, Carlitos era uma figura mais trapaceira e antipática do que o vagabundo triste e solitário que ficou conhecido. Outro destaque da mostra é o módulo "Chaplin como cineasta", em que por meio de fotografias de bastidores e pequenos making ofs de filmes, é possível perceber o perfeccionismo do diretor.
— Do que mais gosto desta exposição, além do fato de não ser óbvia, é de ficar observando o público rindo do que vê. Não é normal ouvir pessoas gargalhando dentro de um museu, e acho que isso é importante — reflete Stourdzé.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/cultura/charles-chaplin-das-telas-para-museu-4200655#ixzz1oIpAZBY3

4 de março de 2012

No Centro Cultural Justiça Federal

Simplesmente Doisneau, uma iniciativa da Aliança Francesa do Brasil, é o título da exposição, inédita no país, que celebra o centenário de nascimento de Robert Doisneau. Um dos maiores nomes da história da fotografia mundial, desde o início da carreira ele se mostrou apaixonado pela poesia do cotidiano, a ponto de desenvolver um novo modo de pensamento visual, audácia esta colocada a serviço de um pensamento social rigoroso. Influenciado pelas obras de Henri Cartier-Bresson, Eugène Atget e André Kertész, ganhou fama por fotografar a vida social de Paris e de seus arredores, sem distinção de classe social: uma visão da fragilidade humana e das contradições da vida. Robert Doisneau morreu em 1994.
Curadoria: Agnès de Gouvion Saint-Cyr

De 08/03 a 17/06
Terça a domingo,
das 12h às 19h
Galerias do 2º andar
Av. Rio Branco, 241 – Centro, Rio de Janeiro

2 de março de 2012

Cozinhas


Piso = tacos em madeira Jatobá
Paredes = cimentado
Bancadas = Corian




 Piso = Porcelanato
Paredes = Formica 
Bancadas = Silestone




Piso = Porcelanato
Paredes = Formica e Granito 
Bancadas = Granito Preto Absoluto



Piso = Porcelanato
Paredes = Formica e espelho
Bancadas = Silestone e Peroba do campo


1 de março de 2012

No CCBB


Anticorpos – Fernando & Humberto Campana 1989-2009

28 Fev a 6 Mai
Local: 1º andar | CCBB RJ
Horário: Conforme programação

A alegria, o improvável, a ousadia, o improviso e demais singularidades da vida brasileira têm a sua mais bela tradução nas peças icônicas dos Irmãos Campana, sensibilidade que, combinada ao domínio da gramática cultural – da popular à erudita – tornou a dupla mundialmente reconhecida. Organizada pelo Vitra Design Museum (Weil am Rhein, Alemanha), a exposição, dividida em núcleos, aponta a variedade formal e de materiais usados pelos irmãos, ao mesmo tempo em que mantém o processo do design transparente. Contempla, ainda, a biografia de Fernando e Humberto, filmes, fotos e, a partir das duas cadeiras que marcaram o início da carreira (Negativo e Positivo, 1989), os objetos chaves, decisivos para o crescimento das formulações acerca dos princípios criativos.

Curadoria: Mathias Schwartz-Clauss.